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Mercado

Mercado Intraday: Sinais de desaceleração dos EUA derrubam bolsas hoje

Mercado Intraday: Sinais de desaceleração dos EUA derrubam bolsas hoje
Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) 19/05/2022 REUTERS/Andrew Kelly

As bolsas internacionais não conseguiram sustentar por muito tempo as altas exibidas no início da manhã impactadas por novos sinais de que uma desaceleração da economia (ou o princípio de uma recessão) está tomando forma nos Estados Unidos. A informação de que o índice de gerentes de compras (PMI) composto da maior economia do mundo, que leva em consideração os setores industrial e de serviços, foi o direcionador para a mudança de humor dos investidores. O resultado, de recuo de 53,6 em maio para 51,2 em junho – o menor nível em cinco meses –, ficou bem abaixo da expectativa, que era de um declínio para 53,3.

Paralelamente, a repetição da mensagem de que o combate à inflação é “incondicional” para Jerome Powell, o presidente do banco central norte-americano (Fed), e o aumento de perspectiva de um aperto monetário mais intenso nos Estados Unidos vão na contramão do chamado soft landing (uma desaceleração gradual da economia).

Em sua fala de hoje (23) ao Comitê sobre Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, o presidente da instituição admitiu que “claramente subestimamos” a inflação anteriormente. Como resultado deste cenário, as principais bolsas da Europa encerraram a quinta-feira no campo negativo, enquanto os índices futuros de Nova York operavam bastante voláteis, oscilando entre leves altas e baixas ao redor das 13h50.

No Brasil, após uma abertura mais positiva, o Ibovespa voltou a operar em baixa. O pano de fundo, ainda marcado pelas indefinições relacionadas aos aumentos no preço dos combustíveis, ganhou novos contornos com os rumores de que o governo estaria estudando elevar o valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, além de aumentar o valor do vale gás. Tais medidas, junto ao voucher para os caminhoneiros, poderiam colocar mais pressão sobre as contas públicas neste e nos próximos anos.

Contudo, as taxas de juros futuras, muito sensíveis à percepção de risco fiscal, operavam em leve queda neste início de tarde, enquanto as cotações do dólar acompanhavam a alta do DXY, índice que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a um conjunto de outras moedas, avançando 0,60% aos R$ 5,20. O Ibovespa recuava 1,17%, aos 98.323 pontos ao redor das 13h50, projetando um giro financeiro de R$ 23,7 bilhões para a sessão de hoje – o que está em linha com a média dos últimos dias.

Entre os destaque do dia, empresas do setor de varejo e tecnologia figuravam entre as maiores altas, representadas por Locaweb (LWSA3), Méliuz (CASH3), Magalu (MGLU3), Petz (PETZ3) e Via (VIIA3), possivelmente em decorrência de ajustes nas posições dos investidores diante do recuo das taxas de juros futuras – ainda que pontualmente – no Brasil.

Sem um direcionador específico, BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) também estão no rol das maiores valorizações hoje, com destaque para a atuação de casas estrangeiras na ponta compradora desses papéis. Na direção contrária, o setor de commodities é o mais penalizado neste pregão, com representantes dos mais diversos segmentos, de Papel & Celulose ao agronegócio.

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