As complicações referentes a crise da Evergrande voltaram a pesar nos mercados, com rumores de calote no pagamento de juros dos títulos que venceram ontem, além da investida do Banco do Povo da China contra criptomoedas.
As complicações referentes a crise da Evergrande voltaram a pesar nos mercados, com rumores de calote no pagamento de juros dos títulos que venceram ontem, além da investida do Banco do Povo da China contra criptomoedas.
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As notícias trouxeram aversão ao risco nos mercados, fazendo com que as bolsas europeias encerraram em queda, e as americanas operassem no vermelho durante o início da tarde.
Internamente, a divulgação do IPCA-15 no teto das estimativas, subindo 1,14%, taxa mais elevada para setembro na série histórica, levando a inflação em 12 meses a superar 10% tirou fôlego do mercado.
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Na abertura do índice, os preços foram considerados ruins, reforçando a avaliação de pressão disseminada, com destaque para gasolina e energia elétrica. Com isso, a curva de juros inclinou durante a tarde, com alta mais acentuada nos juros longos.
O Ibovespa opera com queda próxima a 0,8% no início da tarde. No campo corporativo, destaque da alta para PetroRio, Minerva e BRF. Na ponta contrária, Méliuz, Americanas e Natura se destacaram entre as maiores quedas do dia.
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