Mesmo assim, as tensões comerciais entre EUA e China continuam sendo um fator relevante para a sustentação das altas recentes. O presidente Donald Trump reafirmou que aumentará tarifas sobre produtos chineses caso não haja um acordo até 1º de novembro, embora tenha confirmado planos de se reunir com o presidente Xi Jinping, o que mantém o mercado atento a possíveis avanços nas negociações.
Nos demais mercados, o dólar se fortalece frente às principais moedas, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuam e o ouro registra leve queda. Entre as commodities, os contratos futuros de petróleo avançam, e o minério de ferro teve alta marginal de 0,13% na madrugada em Dalian, cotado a US$ 107,99 por tonelada.
Diante da ausência de um catalisador externo mais forte, os ativos locais tendem a enfrentar dificuldades para manter o viés positivo da véspera, reflexo disso é a queda superior a 1% do ETF brasileiro EWZ no pré-mercado em Nova York.