Na Europa, as bolsas avançam, com destaque para os papéis do setor financeiro, enquanto os futuros de Nova York registram leves ganhos. Já na Ásia, os pregões fecharam de forma mista, refletindo a desaceleração da atividade chinesa.
Nos demais mercados, os rendimentos dos Treasuries recuam, o petróleo avança em meio às tensões geopolíticas e o contrato futuro do minério de ferro em Dalian caiu 0,31%, para US$ 111,71, pressionado pelas incertezas em torno da demanda chinesa.
No Brasil, a atenção se volta para a divulgação do IBC-Br de julho, indicador que pode influenciar as apostas sobre o ritmo de cortes da Selic. A expectativa é de retração na atividade, reforçando o cenário de desaceleração econômica. A decisão do Copom será anunciada na quarta-feira, com projeção de manutenção da taxa em 15%.
No pré-mercado, as American Depositary Receipts (ADRs) brasileiras operam sem direção definida, refletindo cautela diante do cenário externo e das tensões políticas locais. A agenda doméstica também traz o Boletim Focus e leilões do Tesouro como destaques.