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Mercado

Galípolo: o que o mercado espera do indicado de Lula para comandar o Banco Central

Indicação de Gabriel Galípolo não é surpresa; desde o ano passado, diretor do BC vem ganhando a confiança do mercado

Por Luíza Lanza

28/08/2024 | 17:59 Atualização: 30/08/2024 | 7:39

Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central. (Foto: Felipe Rau/Estadão)
Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central. (Foto: Felipe Rau/Estadão)

Atual diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo foi oficialmente indicado para presidir a instituição a partir de 2025, após o fim do mandato de Roberto Campos Neto. O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quarta-feira (28). Agora, ele passará por uma sabatina no Senado.

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Galípolo é um dos homens de confiança do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e foi indicado por ele, ainda em dezembro de 2022, para assumir a secretaria-executiva da pasta – o cargo “número 2” do Ministério da Fazenda. CEO do Banco Fator até 2021, o economista tem passagens pela Secretaria Estadual de Economia e Planejamento, no governo de José Serra (PSDB), mas já era próximo ao PT havia mais de 10 anos, quando colaborou, em 2010, na construção do plano de governo do ex-ministro Aloizio Mercadante.

Por ser considerado um “heterodoxo”, ala da economia cuja postura é mais favorável ao aumento de gastos, o diretor do BC enfrentou certo ceticismo do mercado. Mas a possibilidade de sua indicação já estava na mesa há algum tempo.

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Como mostramos nesta reportagem, nas últimas semanas, GG ganhou protagonismo ao defender em diferentes ocasiões que o Banco Central não hesitará em subir a taxa de juros brasileira caso seja necessário. Com a pressão política vindo do Planalto pela queda da Selic, as sinalizações ajudaram o diretor a ganhar a confiança do mercado.

“A indicação confirma as melhores expectativas do mercado, dentro de um processo de transição realizado com segurança e tranquilidade. Será o segundo presidente do Banco Central autônomo e com gestão independente ao mandato governamental”, avalia Marcelo Noronha, CEO do Bradesco. “Galípolo já demonstrou competência técnica e capacidade de interlocução com os mais diferentes segmentos econômicos, o que será fundamental para fortalecer o instituto do Banco Central autônomo.

Veja como a notícia repercutiu no mercado:

Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimento

“Desde o ano passado, o mercado trabalhava com a hipótese de Galípolo na presidência do BC. E, desde o ano passado, houve uma certa mudança na percepção que se tinha em relação ao diretor de política monetária. O mercado entendia que Galípolo sucumbiria às pressões do governo, falava-se em Tombinização do BC. No entanto, a postura que o diretor adotou recentemente, seguindo as sinalizações mais duras de combate à inflação, reduziu essa percepção. Portanto, um nome diferente, nesse momento em que o mercado já havia acomodado esse indicação, poderia trazer uma desconfiança desnecessária. Agora, fica a expectativa pela nomeação para diretoria deixada pelo Galípolo. Fora isso, entre setembro e dezembro tem uma alta de juros em discussão e o mercado assistirá com bastante atenção o posicionamento do indicado.”

Marcelo Noronha, CEO do Bradesco

“A indicação do economista Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central confirma as melhores expectativas do mercado, dentro de um processo de transição realizado com segurança e tranquilidade. Será o segundo presidente do Banco Central autônomo e com gestão independente ao mandato governamental. No cargo de diretor de Política Monetária, Galípolo já demonstrou competência técnica e capacidade de interlocução com os mais diferentes segmentos econômicos, o que será fundamental para fortalecer o instituto do Banco Central autônomo.
A nossa expectativa é de uma condução sólida e robusta do Banco Central, seja do ponto de vista técnico, seja em relação aos novos e complexos desafios que se impõem no âmbito da regulação do sistema financeiro.”

Pedro Afonso Gomes, presidente do Conselho Regional de Economia de SP

“O economista Gabriel Galípolo é dos quadros mais preparados que nós temos dentro do governo e do mercado financeiro. É bom que não se esqueça que ele teve uma passagem muito exitosa como dirigente de uma instituição financeira. Isso, a par das suas qualidades técnicas, o habilita a ser presidente do Banco Central. Acredito que o mercado reaja positivamente a essa indicação, exatamente porque sabe que ele conhece o mercado financeiro e não tem interesse de prejudicá-lo, apenas ajustá-lo às necessidades do Brasil. E o mercado financeiro também quer a mesma coisa, que tudo esteja ajustado para que o Brasil progrida e assim, próprios instituições financeiras tenham lucros maiores e mais estáveis dentro de uma normalidade na condução da política fiscal e monetária.”

Enrico Cozzolino, head de análise da Levante Ideias de Investimentos

“Acho que a expectativa do mercado é de que ele entregue e continue com a ideia do Banco Central independente, fazendo o trabalho técnico. No curto prazo, as decisões, os votos recentes do Copom indicam a isso, então a expectativa no final das contas é essa, é claro que com bastante ruído pelo próprio sistema, como a forma é feita, indicação de um presidente que recentemente tem atacado o Banco Central, então é uma expectativa positiva mas tem sempre esse ruído de pano de fundo.”

Evandro Buccini, sócio e diretor de gestão de crédito e multimercado da Rio Bravo Investimentos

“O principal ponto a destacar é que a nomeação da Galípolo já era amplamente esperada. Portanto, as reações do mercado não têm grande relevância aqui, apesar de ter havido um leve movimento de desvalorização no câmbio. Galípolo possui um perfil mais político comparado aos recentes ocupantes do cargo, mas também é economista e tem experiência bancária, o que o mantém conectado ao mercado financeiro. Ele já foi secretário-executivo e teve um papel ativo na campanha de Lula, o que adiciona uma dimensão política ao seu perfil. Sua atuação como diretor do Banco Central foi breve e marcada por dois períodos distintos: inicialmente, um período mais dovish (preferindo cortar juros), no qual ele foi um voto vencido ao defender cortes maiores, e mais recentemente, um período mais hawkish (preferindo aumentar juros), onde ele foi possivelmente o membro mais hawkish do colegiado.

É provável que, para ganhar credibilidade, Galípolo vote a favor de um aumento na taxa de juros na próxima reunião, alinhando-se com seu discurso. No entanto, resta saber se essa postura será mantida, já que ele não segue os mesmos modelos que a maioria no Banco Central, mas se adaptou rapidamente à instituição e passou a falar a mesma linguagem dos demais membros. No curto prazo, não se esperam grandes volatilidades ou surpresas. No entanto, a verdadeira avaliação de sua atuação e seu alinhamento com o novo governo será mais clara após um período, especialmente considerando que o governo ainda precisa nomear três diretores, incluindo a substituição de Galípolo. Portanto, acredito que só no final do próximo ano, ou cerca de seis meses após a nomeação, poderemos realmente entender seu impacto e suas decisões.”

Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos

“O Galípolo é bem visto pelo mercado. Logo depois da indicação, o dólar disparou para baixo e o Ibovespa foi para cima. Eu acho que ele já demonstrou que não vai agir de forma política, com interferência política. O próprio Lula já falou isso também. Ele votou nas últimas decisões do Copom da mesma forma que o Roberto Campos Neto para a manutenção dos juros e já deu sinais de que os juros podem subir, se necessário, e de acordo com os dados de desemprego, de acordo com o PIB e números de inflação.

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Ele acredita que o Banco Central tem que andar de forma muito moderada e muito segura. Tudo que o mercado espera de um presidente do Banco Central, ele mostrou que pode ser. É considerado heterodoxo moderado. Isso, traduzindo para a gente, significa que ele é desenvolvimentista, ou seja, ele tem um perfil mais parecido com a política de gestão do PT, colocando o estado como maior, com mais responsabilidade. Mas, ao mesmo tempo, também mostra pensamentos considerados pelo mercado fora da caixa, ou seja, ele acredita que em alguns casos deve existir privatização sim. Na minha opinião, está dentro do que o mercado espera.”

Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital

“Os ruídos que cercavam uma indicação petista foram reduzidos ao longo do caminho. Isso porque Gabriel Galípulo mostrou uma postura coerente com o mandato da instituição quando lhe foi demandado, mostrando uma postura um pouco mais dura em relação à condução da política monetária, quando as expectativas de mercado passaram por uma desancoragem maior. Os discursos, as falas e a postura dele se assemelham muito aos discursos e as falas dos demais membros do Copom, inclusive de membros que integraram o Comitê a partir de indicações do governo anterior, mostrando que o quesito técnico para decisão de política monetária prevalece dentre os membros indicados pelo novo Poder Executivo.

E, por fim, a instituição hoje é cercada e protegida por normas e regras que evitam a ingerência política e pressões advindas da esfera do poder executivo. Nesse contexto, o ano de Galípolo compondo o Comitê de Política Monetária pavimentou o caminho para que ele gozasse de certa credibilidade junto ao mercado e os ruídos que cercam seu nome hoje já são muito menores do que foram em outros momentos.”

Alexandre Pletes, head de renda variável da Faz Capital

“A indicação de Gabriel Galípolo para a presidência do Banco Central não trouxe surpresas ao mercado, pois ele já era o nome mais cotado havia bastante tempo. Agora, ele precisará passar pelos trâmites formais, incluindo a formalização da indicação no Senado. Após essa etapa, que tende a ser mais uma formalidade devido ao controle do governo sobre o Senado e o Centrão, Galípolo deverá assumir o cargo no dia 1º de janeiro. É esperado que não ocorram imprevistos durante esse processo. Galípolo tem demonstrado uma postura técnica sólida recentemente, embora seja possível que a pressão do governo possa influenciar sua atuação futura. A independência efetiva do Banco Central pode auxiliá-lo a manter um padrão técnico, conforme sua formação acadêmica e experiência em lecionar sugerem. Recentemente, ele mencionou até mesmo a possibilidade de um aumento na Selic, o que é contrário ao desejo do governo.”

Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos

“Desde que ele entrou no governo como o número 2 do Haddad já existia essa especulação para que ele fosse presidente do Banco Central. Ele foi indicado para diretor, praticamente se confirmou, até teve uma especulação ou outra de que não poderia não ser ele, mas, no final, boa parte do mercado já esperava. A parte positiva dele ter sido diretor é que ele já foi muito testado sobre o que pensa em termos de política monetária, em termos de condução do Banco Central, inclusive com algumas divergências em relação ao presidente Roberto Campos Neto, como vimos esse ano no momento de votação dividida.

As dúvidas agora que ainda restam é entender como que ele pensa, por exemplo, na parte de interferência no câmbio. Vimos o ministro Haddad e boa parte da equipe política reclamando que o Roberto Campos Neto deixou muito mais o câmbio correr para cima do que deixar o movimento mais suave. Também como ele entende futuros movimentos nas metas de inflação, como vai conseguir conduzir o momento de ciclo de corte de juros, como que vai conseguir transmitir isso para o mercado.”

Paulo Henrique Duarte, economista da Valor Investimentos

“Na frente de câmbio e juros, o mercado já está um pouco mais vacinado e o governo vai precisar entregar ações concretas para conseguir mexer os ponteiros. Na frente da Bolsa, nem tanto. Acho que é um bom indicador porque já define, traz previsibilidade. Obviamente as próximas falas do Galípolo vão ser muito mais monitoradas, começam a ter um peso, mas ele já vinha se posicionando de forma muito positiva e o próprio Haddad também endossando o movimento dele. Foram falas muito mais duras em relação ao inflação, já usando o poder de controle da expectativa para baixar eventualmente juros futuros. Agora ficamos em compasso de espera para a próxima reunião de setembro, pois hoje existe um sentimento misto entre a manutenção da taxa de juros ou eventualmente um leve aumento.”

Felipe Castro, especialista em mercado de capitais e sócio da Matriz Capital

“O mercado espera que Gabriel Galípolo se dissocie das pressões políticas e continue a conduzir a política monetária com o mesmo desprendimento de Campos Neto, que subiu juros em ano eleitoral. Ironicamente, Galípolo deve assumir no momento em que o desajuste fiscal do governo deve levar os juros à retomada de uma trajetória de alta, já que o consenso de mercado aponta para uma Selic de 12% ao final de 2025. Vai ser interessante ver o discurso do governo diante da alta da taxa de juros sob a presidência de um indicado pelo próprio Executivo após anos de ataques pessoais ao presidente anterior. A indicação oficial de Galípolo à presidência do BC ainda não mexeu com a Bolsa, na medida em que o mercado já precificava esse fato. O que pode mexer com o mercado são as declarações que serão dadas por ele daqui até sua posse.”

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