Entre as notícias que embalaram a sessão estão as suspeitas de insider trading (uso de informações privilegiadas) com ações da Petrobras e as discussões em torno da votação da PEC Emergencial, agendada para quarta-feira (3). No exterior, os indicadores S&P 500, Dow Jones e Nasdaq fecharam em queda de 0,72%, 0,46% e 1,69%, respectivamente.
As três ações que registraram as maiores desvalorizações do índice da B3 foram Braskem (BRKM5), Azul (AZUL4) e Grupo Pão de Açúcar (PCAR3).
Confira o que influenciou o desempenho desses três papéis:
Braskem (BRKM5): -4%, R$ 30,51
Na posição de maior desvalorização do dia estão os papéis da Braskem. Com queda de 4%, cotado a R$ 30,51, os ativos sofreram com as notícias de que o benefício tributário para a indústria petroquímica (Reiq) seria cortado pelo Governo para compensar o fim dos impostos sobre o diesel e gás de cozinha.
No mês, as ações acumulam baixa de 2,40%. Já no ano, os papéis estão em alta de 29,44%.
Azul (AZUL4): -3,15%, R$ 38,79
As ações da Azul sofreram desvalorização de 3,15% durante o pregão e chegaram ao fim de sessão cotadas a R$ 38,79. Não só a companhia de aviação, mas todo o setor de turismo e viagens tiveram baixas na sessão, após o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) recomendar lockdown em regiões cujos leitos de UTI destinados à Covid estejam com ocupação de 85%.
No recorte mensal, os papéis acumulam baixa de 4,46%. No ano, os papéis estão caindo 1,30%.
Grupo Pão de Açúcar (PCAR3): -3,04%, R$ 22,62
Os papéis do Grupo Pão de Açúcar (GPA) sofreram desvalorização de 3,04% ao longo do pregão. Cotados no fim do dia a R$ 22,62, as ações caíram com os investidores de olho nas análises do Goldman Sachs. A instituição financeira rebaixou a recomendação para PCAR3 de compra para neutra.
No mês os papéis caem 72,75%, e no ano, 69,86%.