“O reservatório geral da empresa fechou março com 58,1%. A média para o mês de março não está muito distante disso (em 62,9%). Durante a crise hídrica em SP (2014-2015), o nível em março chegou a um mínimo de 16,2%”, informaram os analistas Antonio Junqueira, Gisele Gushiken e Maria Resende em relatório, divulgado nesta sexta-feira (25). O BTG Pactual ressaltou ainda que os níveis na faixa dos 50% foram comuns nos anos de 2021 e 2022 para a companhia.
Veja o histórico dos níveis dos reservatórios da Sabesp (SBSP3) no mês de março
| Ano |
Nível dos reservatórios em março |
| 2010 |
95,20% |
| 2011 |
86,70% |
| 2012 |
71,20% |
| 2013 |
68,20% |
| 2014 |
32.3% |
| 2015 |
16,20% |
| 2016 |
47,70% |
| 2017 |
65,50% |
| 2018 |
62,70% |
| 2019 |
74,10% |
| 2020 |
76,50% |
| 2021 |
59,50% |
| 2022 |
59,40% |
| 2023 |
81,20% |
| 2024 |
80,60% |
| 2025 |
58,10% |
Por esse motivo, o banco de investimento mantém recomendação de compra para as ações da Sabesp (SBSP3) e estima um preço-alvo de R$ 144, o que representa um potencial de valorização de 25,3% para os próximos 12 meses em relação à cotação do último pregão. Nesta sexta-feira (25), os papéis da empresa recuam 0,03%, sendo negociados a R$ 114,90.