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Mercado

Ibovespa hoje acompanha NY e fecha em alta, com ofensiva de Trump ao Fed no radar; dólar cai a R$ 5,72

Trump tem demonstrado descontentamento com chefe do Fed por não cortar juros; veja reação dos mercados

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade,  Rariane Costa,  Daniel Rocha e  Beatriz Rocha 

21/04/2025 | 22:27 Atualização: 22/04/2025 | 17:35

Os destaques do mercado financeiro. (Foto: Adobe Stock)
Os destaques do mercado financeiro. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa iniciou as negociações desta terça-feira (22) com uma queda de 0,40%, aos 129.127,79 pontos. Já no fechamento, o principal índice da B3 registrou uma valorização de 0,63%, aos 130.464,38 pontos. O fôlego da bolsa brasileira acompanha os mercados de Nova York que se recuperam após a forte turbulência do dia anterior. Ontem, os índices de Wall Street recuaram por temores de interferência política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na decisão da política monetária, conduzida pelo Federal Reserve (Fed), o Banco Central americano.

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O S&P 500 avançou 2,51%, o Dow Jones ganhou 2,66% e o Nasdaq subiu 2,71%. A queda da véspera, de quase 3%, foi impulsionada por rumores de que Trump estaria buscando formas de demitir Jerome Powell, presidente do BC americano. “Os investidores parecem menos do que felizes com a ideia de um Fed politizado — o dólar dos EUA e os títulos governamentais de longo prazo enfraqueceram”, escreveu Paul Donovan da UBS, em uma nota enviada aos clientes.

Os contratos futuros do ouro hoje também passaram a marca de US$ 3,5 mil por onça-troy pela primeira vez na história, no segundo dia consecutivo de recordes. À tarde, porém, os preços do metal fecharam em queda, devolvendo os ganhos do início do pregão.

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Trump tem demonstrado grande descontentamento com o comandante da autoridade monetária por não cortar as taxas de juros.  “Se eu quiser que ele fora, ele estará fora bem rápido”, disse o presidente a repórteres no salão oval da Casa Branca na última semana.

Os acontecimentos ocorrem em meio a uma turbulência mais ampla na economia e nos mercados financeiros, provocada pelas tarifas sobre importações impostas pelo republicano. A maioria dos economistas teme que um ataque à longa independência do Fed em relação à política possa desestabilizar ainda mais os mercados e aumentar a incerteza que envolve a economia. Acompanhe a cobertura completa no Estadão.

No mercado de câmbio, o dólar hoje fechou em queda de 1,3%, cotado a R$ 5,7284, cada vez mais distante do patamar dos R$ 6. “Houve certa descompressão de prêmios de risco importantes que vinham deteriorando o sentimento do investidor, o que favoreceu a valorização do real e deu impulso às moedas emergentes”, explica Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Essa é a menor cotação do dólar após o anúncio do tarifaço de Trump em 2 de abril, quando estava cotado a R$ 5,62 – nos dias seguintes a moeda escalaria em meio à guerra comercial, chegando a R$ 5,99.

No dia, investidores também monitoraram a notícia de que o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou em uma cúpula de investidores a portas fechadas nesta terça-feira que o impasse tarifário com a China é insustentável e espera uma desescalada da situação. Bessent acrescentou que as negociações com a potência asiática ainda não começaram, mas que um acordo é possível, de acordo com a Bloomberg.

Bolsas europeias fecham em alta após retomarem negociações

Após o feriado de Páscoa, as Bolsas europeias fecharam em alta. O CAC 40, em Paris, avançou 0,56%, aos 7.326,47 pontos, fechando na máxima do dia, enquanto o Ibex 35, em Madri, subiu 0,72%, aos 13.010,60,80 pontos. O PSI 20, de Lisboa, teve alta de 1,40%, aos 6.830,25 pontos, também na máxima do dia. Em Milão, o FTSE MIB caiu 0,09%, a 35.947,89 pontos, atingindo o pico do dia. O DAX, da Bolsa de Frankfurt, avançou 0,41%, a 21.293,53 pontos. Em Londres, o FTSE 100 ganhou 0,64%, aos 8.328,60 pontos.

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As críticas de Trump vêm em um momento de ansiedade pelas incertezas da política tarifária dos EUA, assunto que deverá dominar as discussões na reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. Hoje, o FMI divulga o relatório de perspectivas econômicas, que deve refletir preocupações com os efeitos da guerra comercial.

Bolsas asiáticas têm dia de cautela

Bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta terça-feira (22) em meio às políticas comerciais de Donald Trump e quedas em Wall Street. O índice de referência Nikkei perdeu 0,17% para 34.220,60 pontos. O S&P/ASX 200 da Austrália permaneceu praticamente inalterado, recuando menos de 0,03%, para 7.816,70. O Kospi da Coreia do Sul perdeu 0,07%, para 2.483,64. Já o Taiex, em Taiwan, caiu 1,64% a 18.793,43 pontos.

O Hang Seng de Hong Kong avançou 0,78%, para 21.532,32, enquanto o Xangai Composto avançou 0,25%, para 3.299,76.

Ouro fecha em queda depois de bater recorde

Os preços do ouro fecharam em queda, devolvendo ganhos que levaram o metal a um novo recorde durante o pregão, acima de US$ 3.500 por onça-troy. O metal precioso arrefeceu após notícia de que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, vê o impasse tarifário com a China como insustentável.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do ouro para junho caiu 0,17%, fechando a US$ 3.419,40 por onça-troy, após atingir o patamar inédito de US$ 3.509,90 mais cedo. O metal precioso perdeu parte dos ganhos após comentário de Bessent, que disse esperar uma redução nas tensões com a China.

Petróleo fecha em alta na sessão

Os contratos futuros de petróleo recuperaram parte das perdas de segunda-feira (21) e fecharam o pregão desta terça-feira em alta, com novas sanções dos Estados Unidos ao Irã e sinais de melhora do ambiente diante do avanço dos mercados acionários.

Na Nymex, o contrato de petróleo WTI para junho subiu 2,02%, fechando a US$ 63,67 o barril. O Brent para junho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 1,78%, para US$ 67,44 o barril.

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