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Mercado

XP vê Selic em 15% nesta semana e projeta início de cortes apenas em março

Corretora avalia cenário neutro desde dezembro, com inflação mais benigna, mas atividade e mercado de trabalho ainda resistentes

Por Isabela Ortiz

27/01/2026 | 8:57 Atualização: 27/01/2026 | 8:57

Para a XP, Copom deve manter Selic em 15% agora e abrir espaço para flexibilização a partir de março. (Foto: Adobe Stock)
Para a XP, Copom deve manter Selic em 15% agora e abrir espaço para flexibilização a partir de março. (Foto: Adobe Stock)

A XP Investimentos projeta que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a Selic em 15% na reunião desta semana, realizada entre hoje (27) e amanhã (28). A casa projeta o início de um ciclo de flexibilização monetária somente a partir de março. A avaliação parte do diagnóstico de que o conjunto de indicadores econômicos evoluiu de forma relativamente neutra desde dezembro (como o IBC-Br, que subiu somente 0,68%) mas com perspectivas de inflação mais favoráveis do que no momento em que os juros foram elevados para esse patamar, em junho de 2025.

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Segundo a XP, a maioria das variáveis relevantes para a decisão do Copom “ficou praticamente inalterada” em relação à última reunião. O câmbio segue em torno de R$ 5,35, as expectativas de crescimento e inflação pouco variaram no Boletim Focus e, apesar da desaceleração econômica, o mercado de trabalho continua aquecido, com taxa de desemprego em mínimas históricas.

Esse conjunto de fatores leva a casa a concluir que o Comitê não está nem mais nem menos confiante quanto à convergência da inflação para a meta de 3%.

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Do lado mais benigno, a XP destaca que a inflação corrente segue relativamente bem-comportada. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) anualizado voltou para dentro do intervalo de tolerância da meta, enquanto os núcleos de inflação oscilam entre 3,5% e 4,0%.

Além disso, os preços ao produtor permanecem em deflação, o que tende a ajudar a inflação ao consumidor nos próximos meses. Por outro lado, a atividade econômica desacelera apenas de forma gradual, e indicadores recentes do mercado de trabalho surpreenderam para cima, o que ainda limita uma leitura mais confortável sobre o hiato do produto.

No cenário internacional, a XP chama atenção para a alta recente das commodities no início de 2026, movimento que pode reduzir a contribuição da desinflação global observada nos últimos trimestres. Ainda assim, o balanço geral das informações desde dezembro é visto como neutro, sem alterações relevantes na leitura do Comitê sobre o cenário inflacionário.

Esse pano de fundo se reflete nas projeções do modelo do Banco Central. A XP espera que a estimativa de inflação para 2026 permaneça em 3,5%, mas que a projeção para o terceiro trimestre de 2027 (horizonte relevante da política monetária) recue de 3,2% para 3,1%, principalmente devido à melhora das expectativas inflacionárias. A mediana do Focus para o IPCA de 2026, por exemplo, caiu de 4,16% para 4,00%, enquanto as projeções para 2027 também cederam, ainda que sigam acima da meta.

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Diante desse quadro, a XP avalia que o Copom deve manter a Selic em 15% agora, mas sinalizar que a política monetária pode se tornar menos restritiva adiante. Uma possibilidade levantada pela casa é que o comunicado passe a reforçar a necessidade de uma política contracionista, mas não mais “significativamente contracionista“, expressão utilizada nas comunicações recentes. Isso abriria margem para um corte já na reunião de março, sem que o Comitê se comprometa explicitamente com esse movimento.

Ao mesmo tempo, a XP pondera que o Banco Central deve preservar um tom cauteloso. A sinalização, segundo a casa, não deve ser interpretada como um “plano de voo” fechado para cortes de juros, mantendo a ênfase em uma postura dependente dos dados, como vem reforçando o presidente da autoridade monetária, Gabriel Galípolo.

No cenário-base da XP, o ciclo de flexibilização começa em março, com cinco cortes consecutivos de 0,50 ponto percentual, levando a Selic a 12,50%, antes de uma pausa para reavaliação no segundo semestre. A continuidade do processo, porém, dependerá do quadro fiscal a partir de 2027. “A extensão do ciclo de afrouxamento dependerá das perspectivas de reformas fiscais”, avalia a casa, que projeta juros em 11% ao fim de 2027 em seu cenário central.

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