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Negócios

Por que há tantas empresas fugindo das ofertas públicas iniciais (IPOs)?

Analistas não estão convictos de que há janela de oportunidades para abertura de capital

Por Bailey Lipschultz, Bloomberg

24/06/2023 | 7:30 Atualização: 24/06/2023 | 8:18

Wall Street espera que empresas como Instacart abra capital em uma próxima janela de oportunidades de IPOs. Foto: Envato Elements
Wall Street espera que empresas como Instacart abra capital em uma próxima janela de oportunidades de IPOs. Foto: Envato Elements

Houve 47 acordos propostos ou concluídos, no valor total de US$ 113 bilhões, para tornar uma empresa de capital aberto privada, segundo a pesquisa de Andrew Silverman, analista da Bloomberg Intelligence, montante superior às 39 empresas com sede nos Estados Unidos que abriram o capital por meio das tradicionais ofertas públicas iniciais (IPOs) em bolsas do país, arrecadando US$ 9,3 bilhões.

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A disparidade continua uma tendência que começou no início do ano passado, quando o mercado veio abaixo depois que o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) começou a aumentar as taxas de juros.

A aquisição da empresa de software Qualtrics pela Silver Lake por mais de US$10 bilhões e um acordo de US$ 4,4 bilhões de um consórcio liderado pela Elliott Investment Management para comprar a empresa de serviços de pesquisa de medicamentos Syneos Health estão entre as maiores transações privadas anunciadas este ano. A tendência é motivada em parte por empresas ajustando o foco em suas estratégias de longo prazo, mas também pode ser um sinal de que uma recessão está a caminho, disse Silverman.

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“Cada vez mais as empresas estão chegando à conclusão de que não podem focar nas metas de curto prazo centradas nos acionistas e, ao mesmo tempo, seguir um plano de longo prazo”, disse Silverman. “Fechar o capital permite que elas deixem de lado as metas dos acionistas por um tempo, para ajustarem a estratégia de longo prazo.”

Para as poucas empresas levantando capital com IPOs, o foco tem estado na rentabilidade, com as transações corporativas carve-outs (quando uma empresa vende uma unidade, como uma divisão ou subsidiária) sendo responsáveis por dois dos maiores negócios do ano.

A Kenvue, empresa de produtos de saúde para o consumidor da Johnson & Johnson, que fabrica o Tylenol e o Listerine, levantou US$ 4,4 bilhões, e a Nextracker, companhia de rastreadores de energia solar, subsidiária da Flex, atraiu US$ 734 milhões de investidores públicos. A expectativa é que ambas as empresas tenham lucros estáveis, mesmo em meio à persistente incerteza macroeconômica, segundo Silverman.

Oportunidades para IPOs

Apesar da estreia estrondosa da cadeia de restaurantes fast-casual Cava, a maior parte dos analistas do setor não está pronta para anunciar uma janela de oportunidades para IPOs. Apenas US$ 10,6 bilhões foram arrecadados por empresas listadas nas bolsas dos EUA este ano e a Kenvue responde por US$ 4 de cada US$ 10 desse valor, mostram os dados compilados pela Bloomberg.

Um obstáculo tem sido os investidores ponderando um Federal Reserve que está focado no combate à inflação com uma onda de aumentos da taxa de juros, mesmo depois do banco central americano ter interrompido a medida na semana passada.

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“Há muita incerteza e provavelmente é isso que está fazendo com que as empresas fechem seu capital em vez de abri-lo ou até mesmo se envolvam em uma fusão reversa”, disse Silverman. Tirando os fundos de investimento, houve 86 fusões reversas, totalizando US$ 7,3 bilhões – 6,5% do valor das empresas tornando-se privadas, mostra a pesquisa de Silverman.

Os banqueiros têm elogiado a conduta das empresas esperando para atrair investidores públicos. A expectativa é que o IPO da companhia britânica de design de chips Arm seja o maior do ano, enquanto outros nomes conhecidos, como Instacart e Panera, estão entre aqueles que Wall Street espera que abram seu capital numa próxima janela de oportunidades de IPOs.

“Mais empresas estão pensando de verdade em testar abrir o capital agora do que há três meses”, disse Peter Giacchi, chefe do setor de formador de mercado designado (DMM) do Citadel Securities. “Há sinais de recuperação econômica, mas gostaríamos de ver mais dados positivos antes de podermos dizer ‘estamos de volta’.”

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