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CVM vai julgar Eike Batista por “inconsistências” no currículo

Empresário Eike Batista durante depoimennto da CPI do BNDES no Senado Federal, em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO
A MMX é uma das empresas do grupo do empresário Eike Batista (FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADÃO)

(Estadão Conteúdo) – Alvo da maior multa individual da história da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de R$ 536,5 milhões, por uso de informação privilegiada na petroleira OGX, o empresário Eike Batista agora será processado nesta terça-feira (20) pela autarquia por prestar informações desencontradas sobre sua formação acadêmica.

O fundador do Grupo X se apresentava com diferentes credenciais para cada uma delas e, consequentemente, aos acionistas, já que os dados eram divulgados ao mercado. A lista de empresas analisada inclui MMX, CCX, Prumo (antiga LLX), OSX, Eneva (antiga MPX), OGX, EBX e Centennial Asset Participações Açu.

A qualificação apresentada pelo empresário, que atuou como diretor e conselheiro de várias das empresas, variava de “engenheiro metalúrgico”, “bacharel” ou “graduado” em engenharia metalúrgica. Em alguns casos constava no formulário de referência anual apenas que “cursou engenharia”, apesar de Eike Batista não ter concluído o curso de graduação em engenharia metalúrgica que iniciou na Universidade de Aachen, na Alemanha.

A defesa do empresário diz que as informações “equivocadas” divulgadas “consistiram em meros erros materiais, de menor gravidade, os quais foram devidamente regularizados”.

E que a informação de que ele “cursou engenharia” poderia ser mais precisa, mas não configura uma informação incompleta ou inconsistente. Além disso, os advogados afirmam que o próprio Eike admitia publicamente em entrevistas que não havia concluído seu curso de engenharia.

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