O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) já definiu o cronograma oficial de repasses do Bolsa Família para 2026.
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O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) já definiu o cronograma oficial de repasses do Bolsa Família para 2026.
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Assim como nos anos anteriores, os pagamentos seguem um modelo escalonado, organizado de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
Os depósitos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês, sempre em ordem crescente conforme o final do NIS, começando pelo dígito 1 e finalizando no 0, segundo o MDS. A exceção ocorre em dezembro, quando os pagamentos são antecipados para garantir que as famílias tenham acesso ao benefício antes das festas de fim de ano.
Para saber exatamente quando o dinheiro estará disponível, o responsável familiar deve consultar o número final do NIS, que pode ser encontrado no cartão do programa ou nos aplicativos oficiais.
Confira abaixo o calendário de pagamentos referente ao mês de abril, de acordo com o MDS:
| Data de pagamento | Número final do NIS |
| 16 de abril de 2026 | 1 |
| 17 de abril de 2026 | 2 |
| 20 de abril de 2026 | 3 |
| 22 de abril de 2026 | 4 |
| 23 de abril de 2026 | 5 |
| 24 de abril de 2026 | 6 |
| 27 de abril de 2026 | 7 |
| 28 de abril de 2026 | 8 |
| 29 de abril de 2026 | 9 |
| 30 de abril de 2026 | 0 |
Os valores podem ser utilizados de diferentes formas. Uma das principais é por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite pagar contas, transferir dinheiro e realizar compras diretamente pelo celular.
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Além disso, o benefício pode ser movimentado com o cartão do programa na função débito ou sacado sem custos em caixas eletrônicos, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.
Para continuar recebendo o Bolsa Família sem interrupções, é fundamental manter os dados no Cadastro Único sempre atualizados. Informações como endereço, renda familiar, composição da família e situação escolar devem ser revisadas sempre que houver mudanças e, no máximo, a cada dois anos.
A atualização deve ser feita presencialmente em um Centro de Referência de Assistência Social ou em postos de atendimento do Cadastro Único.
Outro ponto essencial é o cumprimento das chamadas condicionalidades. Entre elas estão a frequência escolar de crianças e adolescentes e o acompanhamento de saúde de gestantes, mães que amamentam e crianças, conforme orientações do Sistema Único de Saúde.
Colaborou: Giovana Sedano.
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