

O cartão de crédito pode ser um grande aliado do consumidor, especialmente em momentos de imprevistos financeiros ou diante de promoções vantajosas. No entanto, o seu uso sem planejamento pode se transformar em uma armadilha, principalmente quando não é possível quitar o valor total da fatura.
Quando não é possível pagar o valor da fatura, surgem duas alternativas: pagar o mínimo ou parcelar o valor total da fatura. Conheça mais sobre cada uma:
Pagar o mínimo do cartão de crédito
Ao optar pelo pagamento mínimo da fatura do cartão de crédito, o consumidor entra automaticamente no crédito rotativo, conforme o blog do BV, esta é a modalidade com uma das taxas de juros mais altas do mercado. Nessa opção, os juros incidem sobre o valor restante não pago e são compostos, o que pode fazer com que a dívida cresça rapidamente.
Apesar de arriscada, essa alternativa pode evitar que o nome do consumidor seja negativado e o cartão bloqueado, além de oferecer um curto prazo para quitar o restante. No entanto, se o valor não for quitado integralmente na próxima fatura, os encargos continuam aumentando.
Parcelamento da fatura do cartão de crédito
Já o parcelamento da fatura do cartão de crédito, é considerado uma opção menos cara. Com juros geralmente mais baixos que o crédito rotativo, essa modalidade transforma o valor da dívida em um financiamento com parcelas fixas, facilitando o planejamento financeiro.
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Contudo, o limite do cartão de crédito fica comprometido e só é liberado gradualmente conforme as parcelas são pagas. Além disso, se houver atraso no pagamento, o acordo pode ser cancelado e os juros recalculados, aumentando novamente a dívida.
Qual a melhor opção para pagar o cartão de crédito?
De acordo com especialistas, pagar o mínimo do cartão de crédito só deve ser uma alternativa se o consumidor tiver certeza de que poderá quitar o restante da fatura no mês seguinte. Caso contrário, o parcelamento tende a ser uma escolha mais segura e previsível, principalmente se for solicitado antes do vencimento da fatura ou logo após o atraso.
Colaborou: Renata Duque.