

Nos últimos anos, os interruptores inteligentes vêm ganhando espaço nas casas brasileiras, impulsionados pela popularização dos dispositivos conectados. Mas será que eles realmente ajudam a economizar energia e a reduzir o valor da conta de luz no fim do mês?
A resposta é sim — mas com algumas observações importantes. A principal vantagem desses dispositivos está na possibilidade de automatizar o uso da iluminação.
Interruptores inteligentes permitem programar o tempo de funcionamento das luzes de acordo com a rotina da casa. Dessa forma, evitam-se situações comuns, como esquecer uma lâmpada acesa durante horas em um cômodo vazio. A tecnologia também permite o controle remoto por meio de aplicativos no celular, o que facilita ainda mais a tarefa de manter o consumo sob controle.
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Outro ponto positivo é que muitos modelos oferecem integração com sistemas que monitoram o gasto energético em tempo real. Plataformas como o Tuya Smart, por exemplo, disponibilizam informações precisas sobre o uso da energia por cada dispositivo conectado, permitindo que o consumidor tenha uma visão clara de como, quando e onde está consumindo mais — e, assim, adote medidas para reduzir desperdícios.
Existem pontos negativos?
No entanto, é preciso colocar os custos na balança. Enquanto um interruptor tradicional custa menos de R$ 5, modelos inteligentes podem ultrapassar os R$ 100. E se a ideia for substituir todos os interruptores da casa, o investimento inicial pode ser elevado.
Em alguns casos, também é necessário adquirir hubs de conexão para que os interruptores funcionem corretamente com outros dispositivos da casa, além de considerar o custo da instalação, que pode exigir um profissional especializado.
Portanto, embora o uso de interruptores inteligentes possa sim contribuir para a redução no consumo de energia elétrica, o retorno financeiro tende a ser gradual e depende de uma utilização consciente e bem planejada. Para quem busca conforto e controle sobre o gasto energético, pode ser uma escolha estratégica. Já para quem procura economia imediata, vale avaliar se o investimento compensa no curto prazo.
Colaborou: Gabrielly Bento.
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