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Apesar da crise, mercado de artigos de luxo desponta

Uma bolsa Hermès Birkin modelo diamantes e crocodilos do Nilo (Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

As vendas de produtos de luxo parecem estar imunes à crise do coronavírus. No fim de julho, uma Hermès Diamond Himalaya Birkin, modelo coberto com ouro branco e diamantes, foi vendida por US$ 300 mil em um leilão on-line da Christie’s (cerca de R$ 1,6 milhão). De acordo com a consultoria global Knight Frank, artigos de luxo da marca Hermès se valorizaram 13% em 12 meses.

Para Emanuelle Nava Smaniotto, professora da Escola de Gestão e Negócios da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), investir em acessórios de luxo ou em outros artigos de valor agregado é sempre uma aposta, ainda que haja altas chances de valorização, por motivos como marca ou edição especial.

A INFFINO, plataforma brasileira de e-commerce de artigos de luxo, com peças peças de grifes como Louis Vuitton, Chanel, Prada, Gucci e Hermès, tem surfado nessa onda: a empresa viu as vendas saltarem 36% em março e 33% em abril. Em julho, também conquistou um recorde histórico, com crescimento nas vendas de 40% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Dado o cenário de crise econômica, há um interesse maior das pessoas em adquirir peças de maior qualidade. Quem tem boas peças e precisa de dinheiro enxerga a oportunidade”, explica Mila Silbermann, sócia-fundadora da INFFINO.

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