Em relatório, a Ágora informou que a mudança para o mês de novembro foi feita com o objetivo de reduzir a volatilidade da carteira. Segundo a casa, o beta (medida de risco) agora é de 1,06, de 1,26 anteriormente.
A Ágora destaca que, recentemente, elevou a recomendação das ações do Itaú de “Neutra” para “Compra”. “Os principais aspectos negativos parecem estar precificados, enquanto, em nossa opinião, o banco poderia continuar a apresentar forte crescimento de lucros e ROE (retorno sobre patrimônio) acima da média setorial”. “Além disso, o Itaú tem um balanço forte, com um elevado índice de cobertura e base de capital, o que poderia apoiar um crescimento mais forte dos empréstimos e/ou uma distribuição de dividendos mais elevada”, acrescenta.
Sobre Weg, a casa diz que em termos operacionais, nos últimos trimestres, a empresa “vem se beneficiando da desaceleração dos preços das matérias-primas, principalmente aço e cobre, aliada a um melhor mix e forte cenário de preços”. “Após a recente queda das ações, vemos o papel negociando em linha com a sua média histórica (de múltiplo EV/EBITDA), o que parece descontado, à luz das margens mais fortes do que o normal”, descreve o relatório.
Em outubro até o fechamento do dia 27, a carteira Top 10 apresentou queda de 2,5%, ante perda de 2,8% do Ibovespa.