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Americanas (AMER3): ações disparam e voltam à cotação de R$ 1

Na sessão, outras varejistas se saem bem

Americanas (AMER3): ações disparam e voltam à cotação de R$ 1
Fachada das Lojas Americanas. (Foto: Tiago Queiroz / Estadão)
  • As ações da Americanas (AMER3) operam em forte alta nesta segunda-feira (20) na Bolsa brasileira
  • Na sessão, outras varejistas se saem bem, com Magazine Luiza (MGLU3) em alta de 2,25% e Casas Bahia (BHIA3) entre os principais destaques positivos do Ibovespa
  • Ao Broadcast, Hugo Queiroz, sócio diretor da L4 Capital, afirmou que há perspectiva de que a Black Friday seja melhor este ano do que foi em 2022, o que beneficia as empresas

As ações da Americanas (AMER3) operam em forte alta nesta segunda-feira (20) na Bolsa brasileira. Às 17h11, os papéis da varejista saltam 8,60%, entre as principais altas do mercado, cotados a R$ 1,01, após oscilarem entre mínima a R$ 0,95 e máxima a R$ 1,02, o maior valor de cotação do ativo desde o dia 18 de agosto, quando fechou o pregão sendo negociado a R$ 1,03.

Na sessão, outras varejistas se saem bem, com Magazine Luiza (MGLU3) em alta de 2,25% e Casas Bahia (BHIA3) entre os principais destaques positivos do Ibovespa, em valorização de 3,51%. O movimento ocorre na semana da Black Friday, que acontece na próxima sexta-feira (24), data marcada por promoções em lojas físicas e virtuais.

Ao Broadcast, Hugo Queiroz, sócio diretor da L4 Capital, afirmou que há perspectiva de que a Black Friday seja melhor este ano do que foi em 2022, o que beneficia a Americanas. Além disso, a possibilidade da empresa sair da recuperação judicial também favorece a compra do papel, que passou dois meses cotado perto de R$ 0,80.

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“São somatórios que animam o investidor, mas ainda acho pouco provável uma recuperação de Americanas e de suas marcas para o patamar anterior. No entanto, o mercado ainda imagina que seja algo factível”, afirma o especialista.

Rafael Passos, sócio e analista da Ajax Asset, também acredita que o fluxo de notícias recente da Americanas garante um gatilho adicional para o papel. Ao Broadcast, o especialista afirmou que há expectativa de que o acordo da empresa com credores seja atingido ainda neste ano.

Na última quinta-feira (16), a empresa informou ao mercado que apresentou, nos autos do seu processo de recuperação judicial pedido de convocação de assembleia geral de credores a ser realizada no dia 19 de dezembro de 2023.

Também na última semana, a companhia divulgou seu balanço de 2022, após quatro adiamentos. No período, a empresa teve prejuízo de R$ 12,912 bilhões ante perda de R$ 6,237 bilhões em 2021, segundo o resultado revisado. A dívida líquida do grupo chegou a R$ 26,287 bilhões, salto de 85% em um ano.

Em novembro, a Americanas ainda foi suspensa do segmento diferenciado de listagem da Bolsa brasileira conhecido como “Novo Mercado”, que reúne as empresas nacionais com melhor grau de governança corporativa e, portanto, proteção aos acionistas minoritários.

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*Com informações do Broadcast

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