• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Analistas veem BC cauteloso em relação à inflação e aos cortes da Selic em 2026

BC reforça riscos de alta para os preços, seja por fatores conjunturais, como a incerteza geopolítica e o petróleo, seja por questões domésticas e estruturais

Por Gabriela Jucá, Gustavo Nicoletta, Letícia Correia e Jean Mendes

26/03/2026 | 14:39 Atualização: 26/03/2026 | 14:39

Analistas destacam que o BC reforça riscos de alta para os preços, devido à fatores como fragilidade geopolítica e petróleo. (Imagem: Adobe Stock)
Analistas destacam que o BC reforça riscos de alta para os preços, devido à fatores como fragilidade geopolítica e petróleo. (Imagem: Adobe Stock)

Os analistas ouvidos pela Broadcast veem o Relatório de Política Monetária (RPM) do Banco Central (BC) como um documento de viés mais cauteloso com a inflação e, por consequência, menos inclinado a um ciclo amplo de queda da Selic (taxa básica de juros) em 2026.

Leia mais:
  • ADRs da Vale (VALE3) recuam na bolsa apesar da alta do minério de ferro no exterior
  • MagaluPay lança CDB com até 104,5% do CDI e acelera virada para crédito próprio no Magazine Luiza
  • JBS (JBSS32): após balanço, mercado mantém compra com ressalvas sobre margens; Citi, Genial e Itaú BBA são os mais otimistas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em comum, eles destacam que o BC reforça riscos de alta para os preços, seja por fatores conjunturais, como a incerteza geopolítica e o petróleo, seja por questões domésticas e estruturais. Mesmo com o crescimento projetado estável, a autoridade sinaliza a necessidade de calibragem fina para manter a política monetária restritiva por mais tempo.

Na leitura da economista-chefe da Lifetime, Marcela Kawauti, o BC indicou ao longo de todo o RPM preocupações com a possibilidade de piora do quadro inflacionário, ao mencionar “elevação do hiato do produto, aumento de possibilidade de a inflação estourar a meta esse ano, elevação de expectativas”.  Para ela, o relatório também sugere que os riscos externos podem estar subestimados.

“Na página 40, há uma notinha de rodapé em que o BC fala que incorpora somente parcialmente os efeitos da guerra. Ele sabe disso, deixou indicado que existe um upside para esses números. Isso é importante, porque provavelmente os números vão ser um pouco piores”, afirmou a economista, citando a guerra no Oriente Médio como vetor que pode pressionar o cenário.

Kawauti também chama atenção para o recado estrutural embutido no documento, ao apontar que o BC incluiu um box sobre produtividade do trabalho.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O BC está chamando a atenção para o fato de que o PIB [Produto Interno Bruto] potencial ainda está aquém do que poderia ser. Se a produtividade do trabalho é aquém da desejada, toda vez que a demanda subir, você tem uma pressão e não consegue uma resposta de oferta na mesma magnitude. Vai ter inflação, e juros altos durante bastante tempo”, disse.

Na prática, o exemplo citado por ela é o próprio diagnóstico de um “PIB potencial” limitado: mesmo que a atividade acelere, a capacidade de oferta não responderia no mesmo ritmo, abrindo espaço para repasses de preços e exigindo política monetária restritiva por mais tempo.

“Mesmo que não fosse a guerra, provavelmente a gente teria um ciclo tímido de queda de juros. Por conta da guerra, esse ciclo pode ficar ainda mais apertado”, completou.

No Banco ABC Brasil, o economista-chefe Daniel Xavier enxerga o BC defendendo a cautela na condução da Selic. “A calibração de juros é diferente de um afrouxamento. A Selic ainda seguirá restritiva mesmo após o encerramento deste ciclo”, afirmou.

Xavier também destacou que o BC reiterou a visão de que o hiato tende a perder força e “migrar para o terreno desinflacionário ao longo do horizonte relevante”, um ponto que suaviza parte do temor inflacionário doméstico.

A economista do C6 Bank Claudia Moreno avaliou que o texto veio um pouco mais duro do que o esperado ao indicar que a inflação não converge para 3% mesmo em horizontes mais longos. “Imaginávamos que outros horizontes subiriam de forma linear, mas subiu mais. Sinalizou um relatório mais duro do que o esperado”, disse, ao comparar com a piora marginal no horizonte relevante – de 3,2% para 3,3% – e com a projeção de 3,1% no terceiro trimestre de 2028.

Publicidade

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central (BC)
  • economia brasileira
  • geopolítica
  • Inflação
  • Taxa Selic
Cotações
26/03/2026 14h39 (delay 15min)
Câmbio
26/03/2026 14h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Petróleo caro vai além da Petrobras: veja empresas que podem ganhar ou perder na Bolsa

  • 2

    Contribuintes reclamam de erros na declaração pré-preenchida do IR 2026; saiba como revisar os dados

  • 3

    Petrobras em tempos de guerra: mercado recalibra expectativas para PETR4 e dividendos

  • 4

    Ibovespa hoje sobe com guerra e ata do Copom; petróleo Brent fecha acima de US$ 100

  • 5

    O mês do petróleo: como a alta de quase 40% da commodity pode criar efeito cascata no mercado

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: comecei a morar no Brasil ano passado, preciso declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: comecei a morar no Brasil ano passado, preciso declarar?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (26)?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: tem pagamento do benefício hoje (26)?
Imagem principal sobre o IR 2026: veja como fazer o download do programa da Receita Federal
Logo E-Investidor
IR 2026: veja como fazer o download do programa da Receita Federal
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem vendeu imóvel residencial deve declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem vendeu imóvel residencial deve declarar?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quem vendeu ações na Bolsa de Valores deve declarar?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quem vendeu ações na Bolsa de Valores deve declarar?
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada: qual final do benefício recebe hoje (25)?
Últimas: Tempo Real
ADRs da Vale (VALE3) recuam na bolsa apesar da alta do minério de ferro no exterior
Tempo Real
ADRs da Vale (VALE3) recuam na bolsa apesar da alta do minério de ferro no exterior

O minério de ferro negociado na bolsa de Singapura inverteu o sinal da sessão de quarta-feira e fechou em alta firme

26/03/2026 | 13h34 | Por Giovana Pintan
JBS (JBSS32): após balanço, mercado mantém compra com ressalvas sobre margens; Citi, Genial e Itaú BBA são os mais otimistas
Tempo Real
JBS (JBSS32): após balanço, mercado mantém compra com ressalvas sobre margens; Citi, Genial e Itaú BBA são os mais otimistas

Receita de US$ 23,1 bilhões e Ebitda acima do esperado sustentam a tese, mas custo do gado ainda limita margens e dita cautela no curto prazo; Xp vê trimestre "razoável"

26/03/2026 | 12h28 | Por Igor Markevich
XP avalia: JBS (JBSS32) teve 4T25 razoável, com receita abaixo e Ebitda acima do esperado
Tempo Real
XP avalia: JBS (JBSS32) teve 4T25 razoável, com receita abaixo e Ebitda acima do esperado

Analistas avaliam que excelência operacional e a gestão do passivo da companhia mudaram seu perfil de geração de valor ao acionista

26/03/2026 | 11h05 | Por Giovana Pintan
B3 lança mais um índice de renda fixa para monitorar o Tesouro Selic; veja como funciona
Tempo Real
B3 lança mais um índice de renda fixa para monitorar o Tesouro Selic; veja como funciona

Novo índice busca representar uma carteira de títulos mais estável e com boa negociabilidade no mercado secundário

26/03/2026 | 10h08 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador