“Os proventos poderão ser distribuídos, no mínimo, de forma mensal, respeitando a periodicidade e a política estabelecida no regulamento do fundo. O atual processo de listagem permanece inalterado, bem como a política de preço para eventos em custódia. Os ETFs de renda fixa com distribuição de proventos não serão habilitados para aceitação em garantia e empréstimo de ativos”, descreve o documento.
Os dados mais recentes disponibilizados pela B3 indicam que o mercado de ETFs no Brasil chegou a R$ 63,66 bilhões de patrimônio em junho. A maior parte do volume está em ETFs de renda variável local, com R$ 25,73 bilhões, enquanto os ETFs de renda fixa local acumulam R$ 12,61 bilhões. Há cerca de 795 mil investidores no total.