• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

BC: Copom acompanha riscos de desaceleração global com inflação alta

O comitê ainda debateu os impactos da sincronia global no processo de retirada de estímulos

Por Wesley Sousa

09/08/2022 | 14:15 Atualização: 09/08/2022 | 13:46

O aumento da dívida pública pode promover a inflação. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
O aumento da dívida pública pode promover a inflação. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

(Thaís Barcellos e Eduardo Rodrigues, Estadão Conteúdo) – O Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central deu mais detalhes sobre a avaliação negativa sobre o cenário externo na ata de seu último encontro divulgada hoje. Segundo o BC, o ambiente externo mantém-se “adverso e volátil” devido a revisões para baixo no crescimento econômico em grandes economias em 2022 e 2023, além de um cenário de inflação desafiador, embora com sinais de acomodação em alguns preços. O Copom ainda destacou que segue acompanhando os riscos “de uma desaceleração global em ambiente de inflação significativamente pressionada”.

Leia mais:
  • Ibovespa perde fôlego e passa a cair com realização de lucros
  • Banco Central: Saques da poupança somam R$ 12,6 bi em julho
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Copom detalhou que a revisão negativa sobre o crescimento econômico em grandes economias reflete a reversão dos estímulos praticados na pandemia de covid-19, especialmente os relacionados à política monetária. Além disso, afirma que a guerra na Ucrânia gera impactos sobre o fornecimento de gás natural, com adição de incerteza sobre o cenário econômico europeu. Já a deterioração do setor imobiliário, aliada à política de combate à Covid-19, impactam negativamente as perspectivas de crescimento chinesas, conforme o colegiado.

No âmbito da inflação, o BC reconhece que o cenário global segue desafiador. Segundo o Copom, os dados divulgados recentemente de algumas economias avançadas sugerem pressões ainda fortes. O colegiado ainda cita que as pressões de demanda por bens “persistentemente alta” e os choques ligados à guerra, à política de covid zero na China e à restrição de comércio de produtos agrícolas em países produtores “podem ter consequências de longo prazo e se traduzir em pressões inflacionárias mais prolongadas”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Mas o Copom pondera que “já se observa uma normalização incipiente nas cadeias de suprimento e uma acomodação nos preços das principais commodities no período recente”. Além disso, avalia que, com a recomposição nos estoques de produtos industrializados, esses desenvolvimentos podem implicar moderação nas pressões inflacionárias ligadas a bens. “O Comitê nota que, ainda assim, permanecem pontos de atenção referentes a questões geopolíticas e particulares em tais mercados.”

O BC observa também que o grau de ociosidade do mercado de trabalho em economias avançadas sugere que pressões inflacionárias no setor de serviços podem demorar a se dissipar.

O comitê ainda debateu os impactos da sincronia global no processo de retirada de estímulos. Segundo o Copom, há um ritmo mais acelerado no processo de ajuste da política monetária nas economias avançadas, assim como a determinação presente na comunicação de importantes bancos centrais em reduzir as pressões inflacionárias. “Notou-se que tal movimento eleva a volatilidade dos mercados, impactando de forma heterogênea os diferentes ativos e suscitando um aumento na aversão a risco.”

Além disso, o BC afirmou que, dada a persistência do processo inflacionário nas economias avançadas e as consequentes reações de vários bancos centrais, “houve um aumento da probabilidade de cenários alternativos que incorporam uma desaceleração da atividade global mais pronunciada”. O BC acrescenta que contribuem para essa avaliação a incerteza sobre o cenário de energia na Europa, a dinâmica de setores mais sensíveis a juros nos Estados Unidos e as perspectivas de crescimento mais gradual na China.

Publicidade

“Bancos centrais de países desenvolvidos e emergentes têm adotado uma postura mais contracionista em reação ao avanço da inflação”, destacou. “A aceleração do processo de normalização da política monetária nos países avançados, o aumento da aversão a risco e a mudança da perspectiva de crescimento econômico têm impactado as condições financeiras tanto de países avançados quanto de emergentes, com efeito sobre a volatilidade dos ativos e as expectativas de crescimento econômico”, completou, na ata.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • China
  • Economia
  • EUA
  • Inflação
Cotações
13/01/2026 17h45 (delay 15min)
Câmbio
13/01/2026 17h45 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda em meio a temor global sobre a autonomia do Fed após acusação a Powell

  • 5

    Aposentadoria em 2026: veja o que muda nas regras do INSS e como escolher a melhor opção

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Imagem principal sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Logo E-Investidor
Benefício de Prestação Continuada (BPC) é uma aposentadoria? Entenda
Imagem principal sobre o Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Logo E-Investidor
Dupla Sena: como funciona a distribuição dos prêmios?
Imagem principal sobre o Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Logo E-Investidor
Onde e até que horas realizar o jogo da Lotomania?
Imagem principal sobre o Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Entregadores de aplicativo podem ser isentos do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Logo E-Investidor
Minas Gerais libera calendário de pagamento do IPVA de 2026
Imagem principal sobre o Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Logo E-Investidor
Motorista de Uber pode ter isenção do Imposto de Renda? Entenda
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo: como funciona a modalidade "Número da Sorte"?
Últimas: Tempo Real
Ouro recua após renovar máxima histórica; realização de lucros pesa em sessão volátil, enquanto prata sobe
Tempo Real
Ouro recua após renovar máxima histórica; realização de lucros pesa em sessão volátil, enquanto prata sobe

Metal dourado cai na Comex após tocar recorde, enquanto prata dispara e renova máximas com foco em inflação nos EUA e juros do Fed

13/01/2026 | 16h23 | Por Darlan de Azevedo
EUA elevam projeção do Brent para 2026, mas veem recuo dos preços em 2027
Tempo Real
EUA elevam projeção do Brent para 2026, mas veem recuo dos preços em 2027

Departamento de Energia cita oferta abundante e estoques elevados como limite para recuperação mais forte do petróleo

13/01/2026 | 15h45 | Por Pedro Lima
Brasileiros encerram 2025 menos endividados e inadimplentes, aponta pesquisa
Tempo Real
Brasileiros encerram 2025 menos endividados e inadimplentes, aponta pesquisa

A CNC ainda prevê tendência de queda tanto no endividamento quanto na inadimplência durante o 1º tri de 2026

13/01/2026 | 12h18 | Por Daniela Amorim
JPMorgan (JPMC34) reporta lucro e receita abaixo do esperado no 4T25; confira o balanço
Tempo Real
JPMorgan (JPMC34) reporta lucro e receita abaixo do esperado no 4T25; confira o balanço

O banco dá início a uma série de divulgações de grandes instituições financeiras, como Bank of America, Citigroup e Morgan Stanley

13/01/2026 | 09h52 | Por Isabella Pugliese Vellani

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador