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Banco Inter vê recuo do IPCA a 0,3% em maio de alta de 1,06% em abril

Por outro lado, a inflação dos serviços teve alta menor, de 0,66%

Por Estadão Conteúdo

11/05/2022 | 14:50 Atualização: 11/05/2022 | 14:45

(Foto: Inter/Divulgação)
(Foto: Inter/Divulgação)

A média de alta dos preços ao consumidor deverá desacelerar sensivelmente de abril para março de 1,06% para algo próximo de 0,3%, prevê a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória. Essa desaceleração prevista, de acordo com a economista, se dará não somente pela continuação do impacto da redução na tarifa da energia elétrica, mas também por uma desaceleração maior de alimentos e gasolina, seguindo o comportamento dos preços que já são observados no atacado.

Leia mais:
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Sobre a inflação de abril de 1,06% divulgada na manhã de hoje, a maior para o mês desde 1996 apesar de ter desacelerado da alta de 1,62% em março, Rafaela destacou a difusão ainda está bastante elevada dos preços, atingindo 78% dos itens da cesta do IPCA.

“O impacto da gasolina foi maior que o esperado. Abril também teve alta dos medicamentos, que contribui para o elevado IPCA ainda acima de 1%. A desaceleração da alta dos alimentos também está mais lenta, 2,6% de reajuste em alimentação no domicílio ainda é bem elevado”, pontuou a economista do Banco Inter.

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Por outro lado, a inflação dos serviços teve alta menor, de 0,66%. Mas ficou um pouco acima do mês anterior, que foi 0,45%.

“Mas ela inclui a alta das passagens aéreas, que são mais voláteis, e também dos aplicativos, que estão ligados a alta dos combustíveis“, disse Rafaela.

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