Em seu primeiro teste de estresse climático, o BCE admite, porém, que subestimou significativamente as possíveis perdas dos 41 bancos envolvidos, uma vez que o cálculo se baseia apenas em riscos de crédito e mercado e não leva em consideração efeitos indiretos, como uma desaceleração econômica.
O teste do BCE também aponta que a maioria dos bancos da zona do euro ainda não incorporou riscos climáticos de maneira suficiente em suas estruturas de teste de estresse e modelos internos. Presidente do Conselho de Supervisão do BCE, Andrea Enria diz no documento que os bancos da região “precisam, urgentemente, intensificar os esforços para medir e lidar com riscos climáticos”.