“O pagamento efetivo ocorreu depois do fechamento do trimestre. Ou seja, os títulos já aparecem no balanço, mas o caixa ainda não saiu. Ajustando isso, o valor líquido de caixa e títulos do Tesouro é de aproximadamente US$ 380 bilhões. Esse montante cresceu cerca de US$ 7 bilhões no período”, esclareceu Abel durante conferência da Berkshire Hathaway que ocorre neste sábado (2) em Omaha, no Estado de Nebraska, nos Estados Unidos.
Abel também destacou que a posição combinada de caixa e investimentos da companhia caiu ligeiramente no primeiro trimestre de 2026, para US$ 705,8 bilhões, ante US$ 708,7 bilhões no fim de 2025. Segundo ele, a redução foi provocada principalmente pela conclusão da aquisição da OxyChem, que consumiu US$
9,5 bilhões.
O executivo afirmou que a Berkshire gerou pouco mais de US$ 10,5 bilhões em lucro e fluxo de caixa operacional no trimestre, enquanto os investimentos em capital (capex) somaram pouco menos de US$ 5 bilhões. Segundo Abel, os aportes são destinados tanto à expansão quanto à redução de riscos e manutenção sustentável dos negócios do conglomerado.
Além da OxyChem, o CEO da Berkshire Hathaway destacou que a companhia não pretende depender de fontes externas de financiamento, preservando sua independência financeira. “Não pretendemos ser dependentes de terceiros”, afirmou.
Toda a conferência está sendo transmitida ao vivo pela rede norte-americana CNBC e pouco antes do início do evento a Berkshire Hathaway divulgou o seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26), com lucro de US$ 10 bilhões.
Os investidores aguardavam os resultados com certa tensão. Afinal, enquanto o índice de ações das 500 maiores empresas americanas, o S&P 500, subiu 30% nos últimos 12 meses, as ações da Berkshire caíram 10%.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast e do E-Investidor