“A melhoria do mix de produtos, com a comercialização de variedades de maior valor agregado, e a retomada da trajetória de expansão de nossas variedades elite e geneticamente modificadas (GM), com maiores margens de contribuição, contribuíram para o resultado positivo”, disse a companhia, em comunicado da administração.
A receita líquida ficou praticamente estável no período, de R$ 105,38 milhões no trimestre equivalente de 2023 para R$ 104,97 milhões (-0,4%) no da safra atual. Mas as margens de contribuição se expandiram. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) do terceiro trimestre 2023/24 fechou em R$ 52,1 milhões, crescimento de 12,6% ante igual período da safra anterior (R$ 46,26 milhões). A margem Ebitda atingiu 49,61% em comparação com 43,90% em igual período de 2023.
Conforme o CTC, “o terceiro trimestre da safra 2023/24 foi marcado pela consolidação dos números positivos para o setor, reflexo da elevação substancial da produtividade média dos canaviais, o melhor desempenho dos últimos 15 anos, e de preços remuneradores para seus produtos, com destaque para o açúcar”.