Por volta das 16h18 (de Brasília), o bitcoin era negociado em queda de 1,54%, a US$ 95.399,04, segundo a Binance. Já o ethereum subia 1,10%, a US$ 2.706,19.
Após atingir US$ 98 mil na sexta, o bitcoin recuou e pode continuar corrigindo no curto prazo, com suportes em US$ 94.600 e US$ 92.700, segundo Ana de Mattos, analista da Ripio. Se houver força compradora, as próximas resistências estão em US$ 102.200 e US$ 104.645. Mattos aponta que uma possível realização de lucros de investidores pode ter influenciado a queda.
Na sexta-feira, Milei publicou no X que a criptomoeda $LIBRA ajudaria no crescimento da Argentina, o que fez o ativo disparar 10 vezes antes de despencar horas depois. Milhares de investidores perderam dinheiro, incluindo um influenciador que diz ter perdido US$ 1 milhão e culpou o presidente argentino pelo prejuízo.
Investidores monitoram a audiência do Senado do Texas amanhã sobre a criação de uma reserva de bitcoin. Traders afirmam que o debate pode ser simbólico sem um plano de investimento imediato, mas a rápida tramitação do tema – o projeto de lei chegou ao Secretário do Senado em 12 de fevereiro – anima o mercado de criptoativos.
Ontem, Hunter Horsley, CEO da Bitwise, afirmou no X que “as pessoas estão subestimando os enormes avanços que o bitcoin vai dar no ‘mainstream’ este ano. Nunca estive tão otimista”. Traders viram a declaração como um sinal positivo para o ativo no longo prazo.