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Por volta das 18h (em Brasília), o bitcoin inverteu o sentido do dia e avançava 0,8%, a US$ 95.502,36. Já o ethereum subia 0,10%, a US$ 3.94,99, de acordo com a plataforma Binance.
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, afirmou que a legislação era “pior do que o status quo” e citou diversos problemas, incluindo uma “proibição de fato” de ações tokenizadas e restrições às finanças descentralizadas (DeFi). Até então, o avanço regulatório era um dos grandes catalisadores para a alta dos ativos desde a eleição de Donald Trump em 2024.
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Mas o ponto central do conflito é amplamente considerado a proibição da maioria das “recompensas em stablecoins” previstas no projeto. A Coinbase e outras empresas querem poder pagar aos clientes rendimentos por manterem suas stablecoins em suas contas. Isso representa uma ameaça direta aos bancos, que pagam baixas taxas de juros nas contas dos consumidores e argumentam que a medida poderia levá-los a perder depósitos.
A grande questão para os investidores em criptomoedas é o que acontecerá a seguir em relação ao cenário regulatório. A resiliência do bitcoin e de outras criptomoedas desde o adiamento pelo comitê sugere uma confiança de que o projeto será aprimorado e, eventualmente, aprovado. Há vontade de todos os lados em continuar trabalhando na legislação, mas um avanço imediato pode ser difícil de alcançar.
Com informações Dow Jones Newswires.
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