O principal catalisador para o País até agora, segundo os investidores consultados, são as condições globais, com a dinâmica do dólar e o desempenho mais amplo dos mercados emergentes como fatores que devem moldar os retornos nos próximos seis meses, em vez de eleições ou taxa Selic menor. Assim, uma divisa americana mais valorizada segue como o principal risco para o desempenho de ativos latino-americanos.
Em torno da política monetária, a expectativa é de que o ciclo de afrouxamento comece em março, com um corte de 50 pontos-base, segundo pesquisa do BofA. Não há consenso para o nível da Selic no fim de 2026.
Já em termos de câmbio, as expectativas foram ajustadas para R$ 5,20 por dólar até o fim de 2026, enquanto as estimativas para o crescimento da economia brasileira estão em torno de 1% a 2%.
O setor financeiro continua sendo o de maior peso nas carteiras de fundos da América Latina, seguido por utilities e materiais. Bens de consumo básico agora é o setor com menor peso nos portfólios.
A maioria dos investidores tem uma visão positiva sobre os preços dos ativos na Argentina. Entre os países andinos, as respostas não mostram consenso sobre qual país terá melhor desempenho.