Às 7h30 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,78%, a 444,52 pontos. No mesmo horário, os índices futuros dos mercados acionários de Nova York tinham ganhos em torno de 1%, após o tombo visto em Wall Street ontem.
Em Londres, a ação do Lloyds subia 2,2%, após o banco britânico superar expectativas de lucro no primeiro trimestre. Entre outras empresas que divulgaram resultados, o papel da Iberdrola avançava 1,3% em Madri, revertendo perdas de mais cedo, e o do Credit Suisse tinha modesta baixa de 0,30% em Zurique.
Já o Deutsche Bank lucrou mais do que o esperado, mas também revelou um forte aumento em suas tarifas anuais e ampliou provisões para empréstimos inadimplentes. Em Frankfurt, a ação do maior banco alemão sofria queda de mais de 5%.
Também da Alemanha veio outra má notícia: o índice de confiança do consumidor deverá piorar severamente em maio e atingir a mínima histórica de -25,6, em meio aos impactos da guerra entre Rússia e Ucrânia, segundo projeção do instituto GfK.
Outro resultado do conflito russo-ucraniano foi decisão da russa Gazprom de cortar o fornecimento de gás para Polônia e Bulgária por não pagarem pelo produto em rublos, como exigido por Moscou.
Também às 7h30 (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 0,80%, a de Frankfurt avançava 0,55% e a de Paris se valorizava 0,86%. Já as de Milão e Madri tinham ganhos de 0,50% e 0,54%, respectivamente. Exceção, a de Lisboa caía 0,09%.
No câmbio, o euro recuava a US$ 1,0619, de US$ 1,0640 no fim da tarde de ontem, enquanto a libra subia a US$ 1,2590, de US$ 1,2582 ontem.