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Com a Selic em alta, BTG lista 5 ações do varejo que podem se salvar em 2025

Casa prefere empresas com baixa alavancagem financeira, bom momento operacional e valuation atrativo

Por Beatriz Rocha

09/01/2025 | 14:31 Atualização: 09/01/2025 | 14:31

BTG elege suas ações favoritas do setor de varejo para 2025. Foto: Envato Elements
BTG elege suas ações favoritas do setor de varejo para 2025. Foto: Envato Elements

O BTG Pactual indicou, em relatório, as suas previsões para o setor de varejo na Bolsa brasileira em 2025. Com o cenário esperado de alta da Selic, as ações do segmento tendem a enfrentar um ano desafiador, já que a dificuldade de acesso ao crédito pode limitar o crescimento das empresas nos próximos trimestres. Mesmo com as adversidades à frente, o banco elencou os seus cinco papéis favoritos de varejistas.

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Com possíveis revisões negativas para os players mais alavancados nos próximos meses, o BTG tem seguido um “mantra” ao escolher nomes do setor de varejo. A preferência é por empresas que atendem a três quesitos: baixa alavancagem financeira, bom momento operacional e valuation atrativo.

Levando esses fatores em consideração, as varejistas “queridinhas” do banco são: Mercado Livre (MELI), Grupo Mateus (GMAT3) , Lojas Renner (LREN3), Vivara (VIVA3) e SmartFit (SMFT3).

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O BTG espera que o segmento de consumo discricionário (de bens e serviços que são considerados não essenciais) reporte números sólidos relativos ao quarto trimestre de 2024. A casa avalia que a receita líquida da Lojas Renner deve crescer 10% anualmente no período, com margem bruta subindo 20 pontos-base. Para a Vivara, a previsão também é positiva em relação à receita líquida, que deve apresentar crescimento anual de 19%.

Em relação ao e-commerce brasileiro, o banco observa três tendências principais para os próximos trimestres: crescimento modesto do volume bruto de mercadorias (GMV), foco em lucratividade (com menos atenção em categorias não lucrativas e maiores taxas de comissão) e maior consolidação de mercado entre poucos players – um processo que deve acelerar devido ao cenário macroeconômico desfavorável.

Para os resultados do quarto trimestre do Mercado Livre, o BTG espera crescimento de 35% do GMV na operação brasileira (em reais), com um GMV consolidado (em dólares) subindo 13%.

Já no que se refere às varejistas de alimentos, o segmento ainda enfrenta um cenário altamente competitivo, na visão do banco. Alguns players estão oferecendo crédito para impulsionar volumes, enquanto outros lidam com alavancagem financeira persistentemente alta. O Grupo Mateus, um dos destaques entre seus pares, deve apresentar um crescimento anual de vendas em mesmas lojas (SSS) de 6% no quarto trimestre de 2024, excluindo o canal de atacado.

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Quanto à SmartFit – última ação favorita do varejo –, como nos meses anteriores, o banco acredita que a empresa deve reportar um forte crescimento de vendas no período, com a receita líquida subindo 32% anualmente.

O que esperar do setor varejista em 2025?

O BTG nota uma certa oposição entre os fundamentos de curto prazo das empresas do setor, que têm se mostrado positivos, e a cautela com a deterioração do cenário macroeconômico no Brasil. Os principais fatores de preocupação incluem o aumento das taxas de juros, com possíveis restrições de crédito, e a desaceleração nos processos de desalavancagem e crescimento das empresas.

“Do ponto de vista de desempenho das ações, as preocupações com o cenário macroeconômico brasileiro claramente aumentaram, anulando a melhoria gradual nos fundamentos das varejistas nos últimos trimestres e suas avaliações descontadas”, afirma os analistas Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Pedro Lima, que assinam o relatório do banco.

Segundo os especialistas do BTG, em tempos de maior aversão ao risco, o mercado não leva em conta apenas o fato de as ações estarem baratas, mas também coloca na balança possíveis revisões negativas nos lucros, levando o setor de varejo a sofrer uma desvalorização.

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