O BTG afirma que, em outubro, mais de 50% dos clientes do banco consultados em uma pesquisa afirmaram que o setor era “ininvestível”, diante de uma dinâmica desfavorável de competição e lucros. “De todo modo, a situação parece ter mudado (ajudada pelo massivo rali em novembro e dezembro)”, diz o analista Eduardo Rosman.
Segundo ele, houve uma forte demanda, durante as reuniões, para discutir as teses tanto do PagBank quanto da Stone (STOC31)
e da Cielo (CIEL3), que são as três empresas brasileiras de maquininhas listadas em Bolsa.
“Isto posto, pareceu mais forte a aceitação da nossa opinião de que a PagBank parece ser a melhor opção no curto prazo, diante de volumes fortes, dinâmicas de preço, redução de ameaças competitivas na margem, chance de aumento nos lucros e a avaliação ainda ‘baixa'”, escreve.