“A China é, cada vez mais, uma competidora quase em pé de igualdade que desafia os Estados Unidos em diversas arenas, ao mesmo tempo em que pressiona a revisão de normas globais de maneiras que favoreçam o sistema autoritário chinês”, disse a diretora de Inteligência Nacional, Avril Haines, ao Comitê de Inteligência do Senado.
“(A China) também tem capacidades cibernéticas substanciais que, se utilizadas, no mínimo podem causar transtornos localizados e temporários em infraestrutura crítica dentro dos Estados Unidos”.
O pronunciamento inicial de Haines também citou os esforços russos para minar a influência dos EUA, a contribuição do Irã à instabilidade no Oriente Médio, o terrorismo global e esforços possíveis da Coreia do Norte para “criar cisões” entre Washington e seus aliados como ameaças consideráveis.
O diretor da Agência Central de Inteligência, William Burns, o diretor do FBI, Christopher Wray, o diretor-geral da Agência Nacional de Segurança, Paul Nakasone, e o diretor da Agência de Inteligência da Defesa, tenente Scott Berrier, também depuseram.
A audiência ocorreu um dia depois de agências de inteligência dos EUA divulgarem um relatório abrangente sobre ameaças mundiais, que mencionou a pobreza, a disparidade entre pobres e ricos, a mudança climática e conflitos dentro e entre nações.