“Estamos ajustando nosso modelo para incorporar o trimestre mais recente, bem como maiores volumes e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda)”, destacam os analistas Antonio Junqueira e Guilherme Bosso. Como consequência, o banco elevou o preço-alvo de R$ 59 para R$ 64 por ação e manteve recomendação de compra para o papel.
Na última segunda-feira (8), a ação da Energisa fechou cotada em R$ 53,60. “Embora não prevemos grande crescimento inorgânico para Energisa, entendemos que o seu crescimento orgânico – volume/base de ativos regulatórios (RAB) –, aliado a uma valuation (valor do ativo) razoavelmente barato, representam motivos suficientes para estarmos entusiasmados com a história”, ponderam os analistas.