Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para dezembro encerrou a sessão em alta de 0,55%, a US$ 5,1230 a libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses avançava 0,62%, a US$ 10.767,50, por volta das 14h30.
A questão da Teck Resources intensificou preocupações sobre a oferta global do metal básico. “O cobre já subiu cerca de 23% este ano, impulsionado por interrupções de fornecimento em grandes minas que superam a fraca demanda nas principais economias industriais”, relembra o ING.
Enquanto isso, o International Copper Study Group prevê um déficit de oferta de 150.000 toneladas no próximo ano, em comparação com as estimativas anteriores de um excedente de 209.000 toneladas. O grupo também reduziu suas estimativas de excedente para 2025 para 178.000 toneladas, em relação aos 289.000 anteriormente previstos.
Já para os analistas da Panmure Liberum, os ganhos recentes do cobre parecem ser impulsionados por fatores macroeconômicos, em vez do fechamento da importante mina de Grasberg. “Acontece que os dados de mercado do cobre mostram que quase toda a sua ação de preço otimista nas últimas semanas pode ser explicada em termos do declínio contínuo na estrutura de juros dos EUA (e, portanto, do dólar americano)”, acrescentam.
Entre outros metais negociados na LME, o alumínio subia 1,18%, a US$ 2.783,00 por tonelada. O chumbo avançava 0,85%, a US$ 2.022,50. O níquel ganhava 0,32%, a US$ 15.440,00. O estanho operava em alta de 1,35%, a US$ 36.740,00. E o zinco tinha alta de 0,53%, a US$ 3.011,00.
Com informações da Dow Jones NewswireS