Os contratos futuros de cobre fecharam em queda nesta quarta-feira, em meio a preocupações sobre o impacto da desaceleração da economia global na demanda por commodities.
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Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para maio encerrou a sessão em baixa de 1,40%, a US$ 4,6520 a libra-peso. Já na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses perdia 0,86%, a US$ 10.234,50 a tonelada, por volta das 14h30 (de Brasília).
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, afirmou hoje que a pandemia e a guerra entre Rússia e Ucrânia infligiram “maciços” retrocessos à economia global.
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Ontem, a instituição cortou a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial este ano, de 4,4% a 3,6%. “(A revisão) foi causada em grande parte pela invasão da Ucrânia pela Rússia e pelas ondas de choque que enviou ao redor do mundo”, disse Georgieva.
Na segunda-feira, o Banco Mundial também havia reduzido a estimativa para a expansão do PIB do mundo em 2022, de 4,1% a 3,2%. Para a High Frequency Economics (HFE), a atividade global pode registrar contração, diante dos surtos de covid-19 na China, alta de preços de petróleo e possível choque energético na Alemanha.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, o preço da tonelada do alumínio avançava 0,49%, a US$ 3.271,00, o do chumbo baixava 1,29%, a US$ 2.418,00, o do estanho cedia 0,76%, a US$ 42.970,00, o do zinco diminuía 2,07%, a US$ 4.419,50.