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Mudanças na recomendação: Cogna (COGN3) ganha fôlego e Yduqs (YDUQ3) perde força após revisão de Morgan Stanley

Banco vê cenário de curto prazo mais favorável para o setor de educação, mas alerta para pressões de rentabilidade e riscos regulatórios no horizonte

Por Crisley Santana

05/11/2025 | 17:10 Atualização: 05/11/2025 | 18:56

Morgan Stanley. Foto: REUTERS/Andrew Kelly/File Photo
Morgan Stanley. Foto: REUTERS/Andrew Kelly/File Photo

O Morgan Stanley elevou a recomendação da Cogna (COGN3) de venda para neutra, enquanto rebaixou a Yduqs (YDUQ3) de neutra para venda. O movimento reflete uma leitura de curto prazo favorável para a Cogna, ainda que mantenha reservas importantes sobre o cenário regulatório de longo prazo, e um diagnóstico mais complexo para a Yduqs, cuja capacidade de geração de caixa pode enfraquecer a partir de 2026.

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Os analistas Mauricio Cepeda, Lucas Nagano e Artur Alves indicam que a Cogna vive um robusto momento de ganhos: a base de alunos e a gestão de passivos superaram as projeções anteriores, ajudadas por spreads de dívida mais baixos e pela possibilidade de cortes na Selic a partir de março de 2026. Mesmo após uma valorização, os analistas consideram o risco-retorno mais equilibrado.

Eles reconhecem que a companhia segue entre as mais expostas à nova regulamentação – que introduz formatos híbridos, on-campus e ensino à distância a partir de setembro de 2025 – mas avaliam que a combinação de redução de juros e eventuais ajustes regulatórios, como a flexibilização para cursos de enfermagem em polos, pode mitigar parte do impacto. A recomendação neutra indica, segundo o banco, que, no curto prazo, o potencial de alta não compensa mais os riscos para justificá-la como preferência do setor, mas também não a coloca como aposta negativa.

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Para a Yduqs, o diagnóstico é inverso. O Morgan Stanley identificou desafios em linhas-chave do P&L, que incluem pressão sobre a base de estudantes, preços e despesas financeiras. Isso coloca em dúvida a meta de lucro por ação ajustado de 2025, fixada pela própria empresa em R$ 1,70 a R$ 2, enquanto o consenso e a estimativa do banco estão entre R$ 1,54 e R$ 1,56.

O relatório também aponta que, embora o capital de giro mais eficiente tenha reforçado o caixa de curto prazo, a desaceleração esperada do Ebitda e o efeito retardado de itens como bônus e contingências indicam um fluxo de caixa mais fraco em 2026. Além disso, a casa vê a Yduqs menos sensível aos cortes de juros do que os demais pares, o que limita o ganho extra que poderia vir da redução da Selic.

No pano de fundo, o Morgan Stanley continua otimista com a captação do terceiro trimestre de 2025 – impulsionada por campanhas de última chance antes das regras novas – e com o ciclo de flexibilização monetária projetado para 2026. Ao mesmo tempo, o banco reforça a preocupação com o impacto regulatório potencial, que, em simulação anterior, poderia chegar a 30% do Ebitda setorial de 2024 se fosse aplicado de uma única vez. A diferença, agora, é que a implementação será gradual: os custos completos de adequação só serão exigidos em meados de 2027 (ou em 2026 para cursos de licenciatura), dando algum respiro às empresas.

Nessa combinação de vento favorável no curto prazo e nuvens no horizonte, a Cogna ganha tempo para continuar surfando a expansão de margem e o possível corte de juros, ao passo que a Yduqs enfrenta questões mais imediatas de rentabilidade e menor alavancagem às mesmas variáveis macro.

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Assim, a corretora recomenda exposição neutra na Cogna (COGN3) e reduz a Yduqs (YDUQ3) à venda, mantendo uma visão cautelosa sobre o impacto regulatório que atinge ambas, mas avaliando que, no caso da Yduqs, mais desafios se antecipam no balanço antes mesmo de a nova regra pesar integralmente.

Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela redação do Broadcast.

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