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Comércio de bens entre Brasil e EUA cresce 36% em 2022, aponta Amcham

A entidade espera que a corrente de comércio entre os países supere US$ 80 bilhões pela primeira vez este ano

Por Cícero Cotrim, Estadão Conteúdo

14/10/2022 | 10:24 Atualização: 14/10/2022 | 10:24

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

O comércio de bens entre Brasil e Estados Unidos atingiu o valor recorde de US$ 67,3 bilhões nos nove primeiros meses de 2022, um crescimento de 36% na comparação com o mesmo período de 2021, segundo levantamento da Amcham Brasil. A entidade espera que a corrente de comércio entre os países supere US$ 80 bilhões pela primeira vez este ano.

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Ao todo, as importações de produtos norte-americanos pelo País cresceram 44,1% no período, a um nível recorde de US$ 39,4 bilhões, com um 73% do aumento explicado por produtos de energia. As exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos avançaram 26%, a US$ 27,9 bilhões, com destaque para petróleo bruto, ferro gusa, café, madeira e equipamentos de engenharia.

Nas importações, quatro das cinco maiores altas partiram dos produtos de energia. As compras de óleos combustíveis avançaram 105,9%, a US$ 10,1 bilhões, enquanto as de gás natural cresceram 67,9%, a US$ 2,9 bilhões. Completam a lista o petróleo bruto, com alta de 199,6% (US$ 2,3 bilhões) e o carvão mineral, que cresceu 157,1% (US$ 1,4 bilhão).

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Entre as exportações, o destaque ficou com o crescimento de 60,8% das vendas de petróleo bruto para os EUA, a um total de US$ 3,9 bilhões. Os semi-acabados de ferro ou aço avançaram 0,4%, a US$ 3,480 bilhões, enquanto as venda de ferro-gusa cresceram 78,9% (US$ 1,6 bilhão) e de café não torrado, 64,3% (US$ 1,2 bilhão).

Regiões

O Sudeste respondeu por 66,6% das exportações de bens brasileiros para os EUA nos nove primeiros meses de 2022, com destaque para produtos siderúrgicos, óleos brutos de petróleo e café não torrado. Em seguida, aparecem Sul (16,6%), Nordeste (7,6%), Norte (3,5%) e Centro-Oeste (2,7%).

Entre os Estados, a maior parte das exportações partiu de São Paulo (29,5%), Rio de Janeiro (17,9%), Minas Gerais (11,0%), Espírito Santo (8,2%) e Santa Catarina (6,1%).

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A maior parte das importações também foi feita pelo Sudeste (46,6%), seguido pelo Nordeste (24,8%), Sul (13,4%), Norte (7,4%) e Centro-Oeste (3,5%). Entre os Estados, destaque para São Paulo (24,8%), Rio de Janeiro (15,1%), Bahia (8,2%), Maranhão (7,1%) e Paraná (5,6%).

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