Na noite de quinta-feira (15), tropas europeias chegaram à Groenlândia, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressiona pela sua aquisição ou anexação. Em paralelo, os EUA deslocaram ao menos um porta-aviões para o Oriente Médio em meio à escalada das tensões com o Irã.
Na Venezuela, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, aproveitou seu primeiro discurso ao Congresso para defender reformas na indústria petrolífera que atrairiam investimentos estrangeiros. Já o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, disse que o país está obtendo um preço 30% mais alto pelo petróleo bruto venezuelano.
O mercado de câmbio também monitora a divulgação dos dados de produção industrial dos EUA de dezembro e os discursos de dois dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
No Brasil, o foco fica voltado para o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), conhecido também como prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Em novembro, o IBC-Br cresceu 0,68% na comparação com outubro e na série com ajuste sazonal, informou o Banco Central nesta sexta-feira. No mês anterior, o índice caiu 0,10% (revisado, de -0,25%)
Os investidores acompanham também o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participam de evento pelos 90 anos da criação do salário mínimo.
Na sessão de quinta-feira (15), o dólar no mercado à vista caiu 0,61%, fechando a R$ 5,3681, pressionado pelo diferencial de juros favorável ao Brasil e um alívio momentâneo na tensão externa com os riscos geopolíticos perdendo força.
*Com informações de Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast