O índice subiu 0,5%, acima do que o mercado esperava, o que reforça a mensagem de cautela por parte do Federal Reserve (Fed), o banco central americano. “O mercado passa a precificar uma probabilidade cada vez menor de cortes de juros em setembro, com as projeções mudando para dezembro para o primeiro corte de 25 pontos. Ativos de risco reagem com queda e juros futuros sobem”, destaca Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad. Ainda assim, apesar de ter iniciado a sessão com leve alta, o dólar à vista teve leve desvalorização ante o real. Esta é a 3ª queda da semana.
O tarifaço de Trump também segue no radar, em paralelo a possíveis anúncios de tarifas “recíprocas”. Na véspera, o dólar teve um dia de queda apesar da confirmação das tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio.