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Dólar hoje volta a fechar em alta, a R$ 5,46, com investidores de olho na inflação dos EUA

No cenário doméstico, cresce a percepção de que o Banco Central do Brasil deve manter a taxa Selic no patamar atual de 10,50% ao ano

Por Murilo Melo

14/08/2024 | 17:35 Atualização: 14/08/2024 | 17:55

Dólar. Foto: Adobe Stock
Dólar. Foto: Adobe Stock

O dólar hoje fechou em leve alta de 0,36%, cotado a R$ 5,4693. Nesta quarta-feira (14), o mercado direcionou todas as atenções para os dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos. Pela manhã, abriu em queda de 0,85%, sendo comercializado a R$ 5,449.

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Por volta das 16h30, a cotação da moeda americana registrava alta de 0,49%, sendo cotada a R$ 5,468. Os investidores estavam atentos à divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI), ocorrida mais cedo, em busca de indícios sobre os próximos passos da política monetária dos EUA.

Considerado o principal indicador da semana para os mercados globais, o CPI teve um aumento de 0,2% em julho, após uma queda de 0,1% em junho. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 2,9%, ligeiramente abaixo dos 3,0% registrados anteriormente. Os dados mensais vieram em linha com as expectativas dos analistas consultados pela Reuters. Já no comparativo anual, esperava-se uma inflação de 3,0%.

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Esses resultados reforçam a tese de que a inflação nos Estados Unidos está desacelerando de forma gradual, aliviando os temores de recessão que afetaram as Bolsas ao redor do mundo na semana passada. Os agentes do mercado financeiro já consideram certo que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve reduzir a taxa de juros, atualmente entre 5,25% e 5,50%, na próxima reunião de política monetária em setembro.

No entanto, até o início da manhã, ainda havia incertezas sobre a magnitude desse corte. As apostas, conforme a ferramenta CME Group FedWatch, indicavam chances praticamente iguais de uma redução de 0,25 ou 0,50 ponto percentual.

Cresce percepção de que BC deve manter taxa Selic em 10,50%

No cenário doméstico, cresce a percepção de que o Banco Central do Brasil deve manter a taxa Selic no patamar atual de 10,50% ao ano ou até mesmo aumentá-la antes do fim do ano.

Em uma audiência pública na Câmara dos Deputados na terça-feira, Roberto Campos Neto, presidente do BC, afirmou que a instituição está “tentando manter a taxa de juros o mais baixa possível, enquanto faz a inflação convergir para a meta”. O BC trabalha com uma meta de inflação de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho, o índice oficial de inflação do país, a taxa anual foi de 4,5%, exatamente no limite superior da meta.

Campos Neto destacou que, embora o combate à inflação tenha avançado, ainda é necessário persistir nesse esforço, observando que o processo de desinflação tem desacelerado e as expectativas permanecem desalinhadas. No final de julho, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa básica de juros inalterada pela segunda vez consecutiva.

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A decisão foi unânime, com todos os diretores, inclusive os quatro indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — entre eles Gabriel Galípolo, que é apontado como possível sucessor de Campos Neto em 2025 —, alinhando-se à manutenção da taxa.

A taxa de juros e a atuação do Banco Central têm sido alvo de críticas recorrentes por parte do presidente Lula desde o início do seu mandato. O presidente já fez diversas críticas a Campos Neto, inclusive questionando se o presidente do BC teria interesses próprios em manter uma taxa de juros elevada.

Nesta quarta-feira, Lula declarou que a redução dos juros é uma “luta constante” e argumentou que, “mesmo com juros a zero, se a pessoa não tiver dinheiro, ela não vai consumir”. Ele destacou a importância da “circulação do dinheiro” na economia.

As movimentações recentes tanto no exterior quanto no Brasil têm levado o câmbio a abrir e fechar em queda desde a semana passada. Com mínima a R$ 5,4485 nos minutos finais de negócios, o dólar ontem encerrou a sessão em queda de 0,85%, cotado a R$ 5,4495 – menor valor de fechamento desde 16 de julho (R$ 5,4294). Foi o sexto pregão seguido de baixa da moeda americana, que já acumula desvalorização de 3,64% em agosto. Do nível de R$ 5,7414 no fechamento do último dia 5 para cá, o dólar já caiu 5,08%.

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