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Dólar hoje: moeda fecha em queda, com política monetária no radar

Falas de Gabriel Galípolo, do Banco Central, e perspectivas para a inflação também estiveram em foco na sessão

Por Antonio Perez

28/05/2024 | 17:51 Atualização: 28/05/2024 | 17:56

O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)
O dólar atingiu a sua maior cotação desde agosto de 2022. (Foto: Adobe Stock)

O dólar encerrou a sessão desta terça-feira (28) em queda moderada no doméstico de câmbio, alinhado ao sinal predominante de baixa da moeda americana na comparação com divisas latino-americanas. Operadores relataram também uma ligeira melhora da percepção de risco relacionada à gestão da política monetária após fala ontem à noite do diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, reiterando a busca pela meta de inflação.

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Apesar da alta menor que a esperada do IPCA-15 de maio, uma ala relevante de economistas já vislumbra a possibilidade de o BC interromper o ciclo de cortes da taxa Selic em junho. Isso diminuiria a corrosão do diferencial entre juros interno e externo, o que poderia dar certo suporte ao real. Além disso, taxas domésticas elevadas mantêm custo alto de carregamento de posições “compradas” em dólar.

Pela manhã, a divisa até chegou a ensaiar uma baixa mais forte e desceu até mínima a R$ 5,1355. Ao longo da tarde, o dólar reduziu o ritmo de queda e passou a operar ao redor de R$ 5,16, em meio ao avanço das taxas dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano), após leilões com demanda abaixo da média, e à zeragem das perdas da moeda americana em relação ao euro.

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No fim do dia, o dólar à vista era negociado a R$ 5,1540, em baixa de 0,35%. Depois da liquidez deprimida ontem, em razão de feriado nos EUA (Memorial Day), hoje o contrato de dólar futuro para junho teve bom giro, acima de US$ 14 bilhões. Operadores notaram antecipação de rolagem de posições cambiais às vésperas do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira, 30. A perspectiva é que a liquidez seja menor na sexta-feira, apesar da disputa técnica pela formação da última taxa ptax de maio.

“Tivemos alta do petróleo e também já um pouco de movimento antecipado de rolagem de posições que acabaram ajudando o real. As declarações do Galípolo e do Roberto Campos Neto presidente do BC ontem mostraram que eles parecem alinhados, o que tirou um pouco do mal-estar que vinha com a decisão dividida do Copom”, afirma o operador de câmbio Hideaki Iha, da Fair Corretora.

Ontem à noite, em evento na Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, Galípolo disse que o BC “vai dirimir dúvidas levantadas” pelo dissenso na última reunião de política monetária, “reforçando compromisso com a perseguição da meta de inflação”. Ao justificar o voto em corte de 0,50 ponto da Selic neste mês, o diretor afirmou que não estava “confortável em largar o guidance”, em referência à afirmação do BC no comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) em março de que previa nova redução da taxa em 0,50 ponto.

Pela manhã, o IBGE informou que o IPCA-15 acelerou de 0,21% em abril para 0,44% em maio, mas ficou abaixo da mediana de Projeções Broadcast (0,47%). Economistas observaram que houve desaceleração dos núcleos e arrefecimento dos serviços subjacentes. Apesar da inflação corrente comportada, há desconforto com a piora contínua das expectativas.

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Para o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni, o Copom tem de demonstrar com suas decisões daqui para frente que vai se pautar por uma conduta técnica, reduzido assim a percepção de risco de ingerência política. “O fim do mandato de Campos Neto está próximo e o mercado ainda tenta entender como o BC vai se comportar, principalmente a partir de 2025”, diz Velloni, que vê a taxa de câmbio rodando em uma faixa entre R$ 5,06 e R$ 5,16 no curto prazo.

Nos EUA, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de Minneapolis, Neel Kashkari, repetiu que ainda precisa de “mais confiança” no processo de desinflação para defender redução na taxa de juros. Ele também disse que nem todos os dirigentes do Fed estão convictos de que não haverá nova elevação dos juros nos EUA. Na sexta-feira, 31, sai o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação preferida pelo Fed.

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