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Tempo Real

Dólar hoje: moeda sobe 1,94% com tensão geopolítica

Moeda americana fechou cotada a R$ 5,27

Por Wesley Sousa

02/08/2022 | 17:53 Atualização: 02/08/2022 | 17:53

O aumento da taxa de juros (Selic), avaliada em 11,75%, favorece os investimentos em renda fixa. Isso atrai investidores estrangeiros. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
O aumento da taxa de juros (Selic), avaliada em 11,75%, favorece os investimentos em renda fixa. Isso atrai investidores estrangeiros. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

(Antonio Perez, Estadão Conteúdo) – Em trajetória ascendente desde a abertura dos negócios, o dólar acelerou os ganhos no mercado doméstico de câmbio ao longo da tarde e encerrou a sessão desta terça-feira (2) em alta de 1,94%, cotado a R$ 5,2792, após ter registrado máxima a R$ 5,2801.

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O dia foi marcado por uma corrida global à moeda americana. À tensão geopolítica entre China e Estados Unidos desencadeada pela visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan, somou-se um rearranjo de apostas para o ritmo de alta dos juros americanos, na esteira de declarações duras de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

Termômetro do desempenho do dólar frente a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY operou em alta firme e voltou a superar os 106,300 pontos, com ganhos frente ao euro e ao iene. O dólar também subiu em bloco na comparação com divisas emergentes e de países exportadores de commodities, com alta superior a 2% ante pares do real como o rand sul-africano e os pesos mexicano e chileno.

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As taxas das Treasuries dispararam, com o retorno do papel de 2 anos – mais ligado às perspectivas para o aperto monetário nos EUA – subindo mais de 6% e voltando a passar de 3%. Ala relevante do mercado volta a encampar a aposta de que o Fed pode elevar a taxa básica em 75 pontos-base em setembro – hipótese que havia minguado na semana passada, após o presidente do BC americano, Jerome Powell, dizer que seria apropriado diminuir o ritmo do ajuste monetário, dado que a taxa básica já estaria perto do nível neutro.

Dirigentes do Fed com direito a voto nas reuniões de política monetária falaram duro hoje. Pela tarde, a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, disse, em evento, que a inflação nos EUA “não esfriou de forma alguma” e que o BC americano ainda “tem mais trabalho a fazer”. Pela manhã, a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, já havia alertado para os riscos inflacionários ao dizer que o trabalho do BC americano não está nem perto de ser concluído. “Nós elevaremos os juros e os manteremos lá por um tempo”.

“O dólar está se valorizando frente a todas as divisas emergentes. Esse movimento está sendo guiado por fatores técnicos e, principalmente, pelo temor de que o Fed mantenha uma postura mais ‘hawkish’ nas próximas reuniões”, afirma o especialista em mercados internacionais do C6 Bank Gabriel Cunha, ressaltando que a parte curta da curva de juros americana sobe mais de 20 pontos-base, impulsionando o dólar. “Membros do Fed indicaram hoje que a inflação ainda está muito alta e não descartam uma nova alta de 0,75 ponto na próxima reunião”.

Embora a perspectiva de elevação dos Fed Funds em 50 pontos-base em setembro siga majoritária, a aposta em alta de 75 pontos subiu de 29% ontem para 40,5% hoje à tarde, segundo monitoramento do CME Group. Relatório Jolts mostrou que a abertura de postos de trabalho nos EUA caiu a 10,698 milhões em junho, após 11,303 milhões em maio (dado revisado). As expectativas são para a divulgação, na sexta-feira (5) do relatório de emprego nos EUA (payroll) em julho.

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Para o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni, a escalada do dólar no exterior hoje está mais ligada a questões geopolíticas que às apostas em torno da intensidade e magnitude do aperto monetário nos EUA. Velloni lembra que havia a possibilidade de os governos americano e chinês costurarem acordo para suspensão de tarifas, o que ajudaria a retomar os fluxos comerciais e de abastecimento e, por tabela, a controlar a inflação.

A China considera a ilha de Taiwan, onde os nacionalistas chineses ser refugiaram em 1949 após perder a guerra civil contra os comunistas, ainda parte do seu território e reivindica uma reintegração. O recrudescimento das tensões geopolíticas volta a suscitar temores intervenção chinesa em Taiwan, levando a uma crise com o Ocidente. A China anunciou realização de exercícios militares e navais no estreito de Taiwan.

“Essa visita da Pelosi a Taiwan gera muita insegurança e faz o mercado correr para o dólar. Mas acredito que esse movimento deve perder força quando essa visita terminar”, diz Velloni, para quem o nível de R$ 5,20 como adequado para a taxa de câmbio. “Na próxima reunião do Fed, o panorama de inflação deve estar melhor. O payroll de sexta-feira já deve refletir um mercado menos aquecido”, afirma.

Por aqui, o mercado não espera grandes surpresas da decisão amanhã do Copom. A expectativa majoritária é de alta da taxa Selic em 0,50 ponto porcentual, para 13,75% ao ano. A dúvida é se o Banco Central vai manter a porta aberta para uma alta adicional da taxa básica em setembro ou decretar o fim do ciclo de aperto monetário.

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