No final de semana, Trump deu ao Irã um ultimato de 48 horas para reabrir o Estreito de Ormuz, sob ameaça de ataques à infraestrutura de energia do país. A ameaça fez com que o petróleo disparasse, mas a situação foi alterada nessa manhã.
Às 8h30 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para maio caía 7,62% na Nymex, a US$90,74, enquanto o do Brent para junho recuava 5,43% na ICE, a US$ 100,42.
Cenário internacional abala as bolsas de Nova York
Enquanto o petróleo cai, os índices futuros das bolsas de Nova York disparam, mudando o cenário da semana passada.
A agenda econômica dos EUA dessa segunda traz um índice de atividade e dados de investimentos em construção. Às 8h30 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones subia 2,65%, o S&P 500 crescia 2,45% e o Nasdaq subia 2,24%.
Treasuries recuam com queda do petróleo
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, operam em baixa nessa manhã, revertendo os ganhos da sessão anterior e saindo dos maiores níveis desde o segundo semestre de 2025.
O movimento é altamente influenciado pelas incertezas econômicas relacionadas à guerra, que levaram grandes bancos centrais, incluindo o norte-americano, o Federal Reserve (Fed), a deixar suas taxas de juros inalteradas na semana passada.
Às 8h30 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,809%, o da T-note de 10 anos recuava a 4,355% e o do T-bond de 30 anos recuava a 4,880%.
Dólar perde força no mercado
Seguido pela reviravolta na guerra e pela nova queda do petróleo, o dólar hoje despenca ante outras moedas de economias desenvolvidas. O índice DXY do dólar, que acompanha as flutuações da moeda norte-americana em relação a outras seis divisas relevantes, tinha queda de 0,31%, a 99,35 pontos.
Às 8h30 (de Brasília), o euro avançava a US$ 1,157 e a libra subia a US$ 1,338.
Com informações do Broadcast.