Nesta sexta-feira (13), os índices de Nova York encerraram em queda. Dow Jones cedeu 0,26%, enquanto o S&P 500 caiu 0,61% e o Nasdaq registrou queda de 0,93%.
Já os rendimentos dos Treasuries, os títulos públicos dos EUA, terminaram majoritariamente em alta. O rendimento da T-note de 10 anos avançou a 4,283%, enquanto o da T-note de 2 anos recuou a 3,731% e o do T-bond de 30 anos subiu para 4,909%.
No mercado de commodities, os contratos futuros do petróleo fecharam em alta após um salto superior a 9% no pregão anterior. O movimento ocorreu em meio às tensões no Oriente Médio, mas com decisão dos Estados Unidos de aliviar temporariamente sanções sobre o petróleo russo. O barril do WTI para abril subiu 3,11% a US$ 98,71, na Nymex, enquanto o Brent para maio avançou 2,67% a US$ 103,14 na ICE. Na semana, houve ganhos de 8,59% e 11,27%, respectivamente.
No câmbio, o dólar também ganhou força frente a outras moedas fortes, ampliando as altas recentes em meio ao aumento da aversão ao risco global. O euro caiu para US$ 1,1425, enquanto a libra recuou para US$ 1,3229, pressionada por dados fracos da indústria e do crescimento do Reino Unido. Já o dólar subiu para 159,68 ienes. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de divisas relevantes, avançou 0,63%, aos 100,362 pontos.
Entre os dados econômicos divulgados, o PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 0,7% no quarto trimestre, de acordo com a segunda estimativa do Departamento de Comércio do país, divulgada nesta sexta-feira. Analistas compilados pela FactSet previam alta de 1,8% do PIB americano no período. A leitura inicial havia apontado ganho de 1,4%.
O PCE subiu 0,3% em janeiro ante dezembro. Na comparação anual, houve alta de 2,8% em janeiro. Analistas compilados pela FactSet previam acréscimo mensal de 0,4% do PCE e avanço anual de 2,9%.
Já a abertura de postos de trabalho nos Estados Unidos subiu para 6,946 milhões em janeiro, de acordo com o relatório Jolts, publicado hoje pelo Departamento do Trabalho do país. Analistas consultados pela FactSet previam alta a 6,745 milhões.