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Nesta segunda-feira (9), os índices das bolsas de Nova York operavam em baixa. Por volta das 15h00 (de Brasília), o Dow Jones caía 1,01%, enquanto o S&P 500 recuava 0,59% e o Nasdaq registrava baixa de 0,24%.
O principal fator de pressão para os mercados é a disparada do petróleo, em meio às preocupações de que a guerra no Oriente Médio possa se prolongar e comprometer o fornecimento global da commodity. Os contratos futuros do petróleo atingiram o maior nível desde meados de 2022 e se mantêm acima de US$ 100 por barril.
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Por volta das 15h00 (de Brasília), o barril do WTI para abril saltava 3,67% na Nymex, cotado a US$ 94,59, enquanto o Brent para maio avançava 6,10% na ICE, negociado a US$ 98,77. A alta ocorre à medida que grandes produtores do Golfo passaram a reduzir a oferta, enquanto o Estreito de Ormuz segue efetivamente fechado em meio ao conflito.
Relatos de que ministros de Finanças do G7 devem realizar uma reunião virtual de emergência com a Agência Internacional de Energia (AIE) para discutir a liberação de reservas estratégicas de petróleo ajudaram a limitar parte da alta da commodity.
No mercado de câmbio, o dólar ganha força frente a outras moedas fortes, também refletindo a cautela global diante da escalada dos preços do petróleo e do impacto potencial sobre inflação e crescimento econômico. Dados da indústria da Alemanha, divulgados mais cedo, vieram abaixo do esperado e também pesaram sobre o euro.
Às 15h00 (de Brasília), a libra esterlina caía a US$ 1,338. Já o dólar caía para 158,37 ienes. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis rivais fortes, subia 0,15%, a 99,137 pontos.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries (títulos públicos dos Estados Unidos) operavam em alta, retomando a tendência de avanço que predominou durante quase toda a semana passada. A disparada do petróleo reforça as preocupações com pressões inflacionárias e seus possíveis impactos sobre o crescimento econômico.
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Por volta das 15h00 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 3,584%, o da T-note de 10 anos caía a 4,127% e o do T-bond de 30 anos aumentava para 4,738%.
A agenda econômica dos Estados Unidos começa a semana esvaziada, mas investidores já se posicionam para a divulgação de indicadores relevantes nos próximos dias. Entre os destaques estão os dados de inflação ao consumidor (CPI), na quarta-feira (11), e o índice de gastos com consumo (PCE), na sexta-feira (13), ambos acompanhados de perto por trazerem sinais sobre a trajetória da inflação e as próximas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
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