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Equatorial (EQTL3) deixa setor de transmissão de energia; o que vem por aí?

Alto endividamento da empresa, em meio à escalada dos juros, vinha preocupando o mercado

Por Luciana Collet

08/04/2025 | 8:43 Atualização: 08/04/2025 | 8:43

Equatorial (Foto: Adobe Stock)
Equatorial (Foto: Adobe Stock)

A venda do negócio de transmissão da Equatorial Energia (EQTL3) para o fundo de pensão canadense CDPQ representa ao mesmo tempo o encerramento de uma história de sucesso e o ajuste da posição financeira da companhia visando aproveitar novas oportunidades, em outros segmentos, notadamente distribuição de energia e saneamento.

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A operação, avaliada em R$ 9,395 bilhões, resultará em um ingresso de R$ 5,188 bilhões (data-base de 30 de junho de 2025) e uma eliminação de R$ 4,2 bilhões em dívida líquida (após distribuição de R$ 1,5 bilhão em dividendos já declarados. Com isso, a empresa poderá reduzir sua alavancagem, que encerrou 2024 em 3,3 vezes dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos), considerando os cálculos para covenants (cláusulas de garantias em contratos que servem para proteger os interesses dos credores), para 2,9 vezes quando a operação for finalizada, o que está previsto para o segundo semestre deste ano.

  • Veja também: Venda de ativos pela Equatorial abre oportunidade para pagamento de dividendos?

O alto endividamento da empresa, num momento de ciclo de alta da taxa de juros, vinha sendo motivo de preocupação no mercado. Os analistas do BTG Pactual Antonio Junqueira, Gisele Gushiken e Maria Resende citaram em relatório que, diante do aumento dos juros no País nos últimos meses, alguns investidores estavam preocupados com uma possível diluição. “Considerando o impacto significativo na alavancagem, a venda remove esse risco”, escreveram.

Os próprios executivos da companhia já tinham sinalizado a possibilidade de vender ativos da Equatorial para reduzir a alavancagem. Durante teleconferência sobre o desempenho do quarto trimestre de 2024, o presidente da empresa, Augusto Miranda, disse que a companhia mantinha a estratégia de reciclagem de ativos e que havia “uma série de coisas bem concatenadas”, que dariam conforto à companhia, após ser questionado sobre possível aumento de capital.

Equatorial em busca de novas oportunidades

Além de reduzir a alavancagem, a venda dos ativos permitirá à Equatorial focar recursos em algumas de suas concessões atuais, notadamente de distribuição de energia, além de avaliar potenciais aquisições. Em fato relevante, a companhia disse que os recursos da operação poderiam ser utilizados “tanto para aceleração da trajetória de desalavancagem”, quanto para a “busca de oportunidades orgânicas e inorgânicas”, assim como para o eventual pagamento de proventos aos acionistas.

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A equipe de análise do Goldman Sachs citaram a necessidade de investimentos em distribuidoras do grupo que passam por um rápido crescimento e sugeriram que a companhia também poderia comprar novos ativos de distribuição e saneamento. Eles lembram que estão previstos nove leilões de saneamento nos próximos dois anos, com estimativa de demanda por investimento da ordem de R$ 90 bilhões.

De fato, Miranda, da Equatorial, admitiu recentemente que a empresa estava estudando participar do leilão de saneamento do Pará, previsto para este mês, embora não tivesse tomado decisão.

Já o analista do Bank of America, Gustavo Faria, destaca que novos investimentos em distribuição de energia também podem ser boa alternativa. Ele lembra que o segmento tem maior correlação com as taxas de juros de longo prazo, que subiram nos últimos meses. Por isso, os retornos regulatórios devem aumentar. “Olhando para o futuro, um declínio nas taxas de longo prazo pode criar um cenário favorável de menor custo de capital, mantendo retornos regulatórios elevados”, disse.

Estratégia

O cenário favorável para distribuição e saneamento destoa daquele de transmissão, que apresenta no momento “oportunidades limitadas”. A administração da Equatorial, em conversa com investidores sobre a venda dos ativos, realizada no domingo (6), chegou a dizer, segundo relatos com analistas, que poderia analisar novos ativos de transmissão no futuro, mas que os retornos observados nos últimos leilões não propiciavam geração de valor.

Diante disso, para a equipe de análise do Itaú BBA, a venda anunciada está alinhada com o “manual estratégico” da Equatorial, que prevê a busca investimentos em janelas de oportunidade com retornos que geram valor e manutenção de balanço sólido durante momentos oportunos adicionais de alocação de capital.

“Jornada impressionante”

A despeito do elogio ao desembarque do setor de transmissão, os analistas de mercado salientam que a atuação da Equatorial no segmento foi muito lucrativa, com taxa interna de retorno (TIR) real estimada em 36%, ou uma taxa nominal que chega a 43% em oito anos, num desempenho que o BTG Pactual considerou como “pintura de Monet na parede”.

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A Equatorial entrou em transmissão num momento de alta rentabilidade dos projetos, após o governo ter elevado as taxas de retorno regulatórias e estendido o período de construção, e quando o mercado de crédito também apresentava boas condições.

Segundo a equipe do Santander, foram os melhores retornos vistos em décadas para o segmento. “A Equatorial Energia (EQTL3) reagiu a essas condições mais rápido do que seus pares, garantindo 34% do capex leiloado com sucesso no leilão de 2016, quando sete de seus oito projetos foram adquiridos. Essa velocidade de tomada de decisão, combinada com a execução tranquila durante o período de construção, levou a um alto retorno”, escreveram, em relatório intitulado ‘O fim de uma jornada impressionante’.

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