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Confira o fechamento das Bolsas de NY, dólar e juros dos EUA hoje; bitcoin avança

Declarações de Donald Trump no Fórum Econômico Mundial, em Davos, estiveram no foco dos mercados 

Por Matheus Andrade, Patricia Lara, Thais Porsch e Pedro Lima

23/01/2025 | 18:29 Atualização: 23/01/2025 | 19:16

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira (23), com ímpeto renovado no instantes finais do pregão, em um ambiente impulsionado novamente por comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que defendeu a queda da taxa de juros e dos preços do petróleo. A alta dos bancos, incluindo o Goldman Sachs e JPMorgan, deu suporte para ganhos do Dow Jones, mas as fabricantes de chips pesaram no Nasdaq, que conseguiu fechar em alta. O bitcoin também avançou hoje, enquanto o dólar recuou ante a maioria das moedas. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), por outro lado, operaram sem sinal único.

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O índice S&P 500 renovou recorde histórico de fechamento, com ganho de 0,53%, a 6.118,71 pontos. O Dow Jones avançou 0,92%, a 44.565,07 pontos. O Nasdaq subiu 0,22%, a 20.053,68 pontos, na máxima do dia.

O Dow Jones e S&P 500 ampliaram os ganhos e o Nasdaq reduziu a queda, em meio ao discurso de Trump ao Fórum Econômico Mundial em Davos. O republicano afirmou que pretende “exigir que as taxas de juro recuem imediatamente” porque as suas políticas reduziriam os preços do petróleo. Mais tarde, na Casa Branca, Trump assinou decretos voltados à inteligência artificial e a criptoativos e disse esperar que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) o ouça e corte juros. As ações da Electronic Arts (-16,70%) responderam pela maior queda porcentual do S&P 500, após a produtora de games cortar projeções. O índice, contudo, conseguiu subir ajudado por ganhos da Moderna (+10,10%) e GE Aerospace (+6,59%), que agradou com resultados corporativos do quarto trimestre.

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Papéis de semicondutores operaram em baixa boa parte do pregão, após corte de projeções da sul-coreana SK Hynix, fornecedora da Nvidia, que citou uma possível desaceleração em gastos com IA e a demanda mais fraca por smartphones. A Nvidia, porém, se recuperou no fim do dia e subiu 0,10%, enquanto Broadcom perdeu 0,26%. Comentários do bilionário Elon Musk com questionamentos sobre o projeto Stargate também pesaram nas companhias de semicondutores.

O American Depositary Receipt (ADR) da Arm Holding – nomeada parceira inicial do projeto – caiu 7,43%. A Apple e a Alphabet fecharam em queda de 0,08% e 0,20%, respectivamente, após investigação do órgão regulador de concorrência do Reino Unido. Na ponta oposta, bancos estiveram entre os destaques: Goldman Sachs ganhou 1,07% e JPMorgan, 1,18%. Entre as aéreas, a American Airlines caiu 8,74% após projeções abaixo do esperado ofuscarem lucro acima do projetado do quarto trimestre. A Alaska Air seguiu em rumo oposto e subiu 2,20% após dados acima do esperado no quarto trimestre e estimativas de prejuízo menor do que o projetado por Wall Street.

Moedas globais: dólar recua

O dólar recuou ante a maioria das moedas, em uma sessão que contou com redução nas apreensões por uma guerra comercial. Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, amenizaram os temores por uma elevação de tarifas, ainda que não tenham dissipado por completo as incertezas no tema. Como destaque, o iene avançou ante a moeda americana em uma sessão que conta com a expectativa pela decisão de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) nesta madrugada.

O índice DXY, que mede a variação do dólar ante seis principais moedas, fechou em baixa de 0,11%, a 108,047 pontos. O dólar se depreciou a 155,93 ienes. A libra esterlina avançou a US$ 1,2358. O euro subiu a US$ 1,0421.

“A correção do dólar desta semana não foi muito longe. Apesar do forte posicionamento unilateral do dólar, os investidores não têm clareza sobre o momento das ameaças tarifárias de Trump, impedindo-os de reduzir as participações em dólares”, avalia o ING. Hoje, Trump afirmou que o presidente da China, Xi Jinping, ligou para ele, e disse que pretende ter uma boa relação com a China nos próximos quatro anos de sua administração, repetindo que o que buscará é uma relação justa diante do déficit comercial americano com o país.

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O BoJ deve elevar os juros de 0,25% para 0,50% na reunião de política monetária desta madrugada, devido à inflação acima da meta no país por vários meses e à baixa cotação do iene ante o dólar, apontam economistas entrevistados pelo Broadcast. Também devem colaborar para este aumento a continuidade de reajustes significativos de salários no país e a grande diferença dos juros pagos por títulos públicos japoneses e americanos.

Hoje, a Fitch reafirmou o rating em moeda estrangeira de longo prazo do Japão em A nesta quinta-feira, mantendo perspectiva “estável” para a nota soberana. O Banco Central da Turquia cortou sua taxa básica de juros em 2,5 pontos porcentuais, a 45%, em decisão divulgada nesta quinta-feira, o que marcou a segunda redução consecutiva pelo BC turco. Segundo a autoridade monetária, a decisão em relação à postura monetária rígida está fortalecendo o processo de desinflação por meio da moderação na demanda doméstica, apreciação real da lira turca e melhora nas expectativas de inflação. Ao final da tarde, a dólar recuava a 35,6311 liras.

Juros dos EUA operam sem sinal único

Os rendimentos dos Treasuries operaram sem sinal único, em uma sessão que contou com declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a queda dos juros no país, inclusive no Fórum Econômico Mundial, em Davos. As falas não tiveram grande impacto nas apostas para cortes de taxas pelo Federal Reserve (Fed), com a maioria esperando uma redução apenas em junho. Na sessão, investidores observaram a divulgação dos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos e um leilão de títulos atrelados à inflação (Tips) de 10 anos.

No fim da tarde, perto do horário de fechamento da Bolsa de Nova York, o retorno da T-note de 2 anos tinha baixa a 4,289%. O rendimento de 10 anos estava subindo a 4,644%. O juro do T-bond de 30 anos avançava a 4,872%.

O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiu 6 mil na semana encerrada em 18 de janeiro, para 223 mil, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento do Trabalho do país hoje. O resultado acima veio acima da expectativa de analistas da FactSet, de 219 mil solicitações. O ING ainda prevê três cortes nas taxas pelo Fed para 2025. O mercado de trabalho está arrefecendo e as revisões anuais de referência do próximo mês para o payroll poderão registrar cortes significativos nos números inicialmente reportados, avalia.

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As pressões salariais parecem estar moderando rapidamente, e ao mesmo tempo, os rápidos aumentos nos rendimentos dos Treasuries fizeram subir acentuadamente os custos dos empréstimos aos consumidores e às empresas. “Tudo isto contraria os cortes das taxas de juro do Fed em 2024 e a nossa preocupação é que os rendimentos dos Treasuries continuem subindo devido às preocupações com a sustentabilidade da dívida, e isto se torna um obstáculo cada vez maior para a atividade econômica que também trabalha para amortecer a inflação”, avalia. Por conseguinte, o banco considera que o Fed poderá ter de pressionar mais e reduzir as taxas um pouco mais do que o preço atualmente fixado pelos mercados, mas é mais provável que isso aconteça na segunda metade do desenvolvimento de 2025, conclui.

Departamento do Tesouro dos Estados Unidos informou hoje que ofertou US$ 20 bilhões em leilão de Tips de 10 anos, em leilão com rendimento máximo de 2,243% – acima da média recente de 1,912%, de acordo com o BMO. A taxa bid-to-cover, um indicativo da demanda, ficou em 2,48 vezes, acima da média recente de 2,41 vezes.

Bitcoin avança

Em sessão marcada pela volatilidade, o bitcoin chegou ao fim desta tarde em alta, após traders circularem informações de novos decretos de Donald Trump voltados ao mercado de cripto. O anúncio da criação de um subcomitê de ativos digitais nos EUA e expectativas por um anúncio de criação de uma reserva estratégica de bitcoins (SBR, na sigla em inglês) também ficaram no radar de investidores.

Segundo a Binance, o bitcoin subia 0,72%, a US$ 104.970,00, por volta das 17h43 (de Brasília). Já o ethereum tinha alta de 0,20%, a US$ 3,275.17, no mesmo horário.

A senadora republicana Cynthia Lummis, defensora de longa data das criptomoedas e líder do subcomitê de ativos digitais, destacou no X a necessidade de o Congresso aprovar “urgentemente” uma legislação de ativos digitais para “fortalecer o dólar com a criação de uma reserva de bitcoins”. Paralelamente, executivos da mineradora de bitcoins MARA Holdings têm articulado com autoridades locais e federais, com Jayson Browder, afirmando no X que “a SBR é uma prioridade máxima tanto no nível estadual quanto federal, enquanto interagimos com a administração Trump”.

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Ana de Mattos, analista técnica da Ripio, observa que o bitcoin entrou em um movimento de correção após alcançar a máxima de US$ 109.588 em 20 de janeiro. Ela aponta que, se o fluxo vendedor continuar, o ativo pode encontrar suportes em US$ 97.200 e US$ 92.400. Em contrapartida, uma reversão com fluxo comprador pode fazer o bitcoin testar resistências nas faixas de US$ 106.050 e US$ 109.588, níveis-chave de liquidez no curto e médio prazo, segundo ela.

Em relação ao ethereum, a Ripio destaca que o ativo está se movendo lateralmente no curto prazo, com baixo volume financeiro. Esse cenário sugere um possível reteste nos fundos recentes, em torno de US$ 3.100 e US$ 2.900, considerados suportes. Se houver aumento no volume comprador, as resistências estão nas regiões de US$ 3.615 e US$ 3.900, que representam importantes pontos de liquidez.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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