• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Bolsas de NY tombam com medo de recessão nos EUA; Nasdaq tem pior queda desde 2022

Em dia apreensivo, temores de uma recessão voltaram à cena com força, após Trump não descartar o cenário

Por Patricia Lara, Thais Porsch e Poliana Santos, especial para o Broadcast

10/03/2025 | 19:16 Atualização: 10/03/2025 | 22:31

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

As bolsas de Nova York fecharam em forte baixa nesta segunda-feira (10), com o índice Nasdaq chegando a computar perda de quase 5% no pior momento do pregão, sob o impacto da crescente apreensão com o risco de uma recessão nos Estados Unidos. Ainda que tenha reduzido as perdas no fim da sessão, o índice teve a maior queda desde 2022.

Leia mais:
  • Bitcoin cai 5,88% e atinge o seu menor nível em 4 meses com temor de recessão nos EUA
  • Gastou e ficou muito endividado no carnaval? Veja como se reorganizar e pagar suas dívidas
  • Brasileiras no top global de dividendos valem o investimento? Veja as recomendações
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Nasdaq fechou em queda de 4%, aos 17.468,32 pontos. Na mínima do dia, tocou 17.291,82 pontos. O índice chegou a computar perda de quase 5% no pior momento do pregão, sob o impacto da crescente apreensão com o risco de uma recessão nos Estados Unidos diante da imposição de tarifas pelo presidente Donald Trump. Ainda que tenha reduzido as perdas no fim da sessão, o índice teve a maior queda desde 2022

O Dow Jones encerrou com baixa de 2,08%, aos 41.911,71 pontos, após cair mais de mil pontos no pior momento da sessão. O S&P 500 terminou em queda de 2,70%, aos 5.614,56 pontos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Os temores de uma recessão nos Estados Unidos voltaram à cena com força, após o presidente Donald Trump não descartar o cenário durante o final de semana e afirmar que a economia do país está passando por um “período de transição”.

Destaque hoje, as ações dos bancos americanos enfrentaram fortes perdas. O Morgan Stanley derreteu 6,37% e Wells Fargo caiu 6,01%. O Goldman Sachs perdeu 5%, enquanto JPMorgan (-4,15%) e Citigroup (-4,33%) também enfrentam quedas expressivas. O Bank of America teve baixa de 3,79%.

A Tesla despencou 15,4%, apagando o ganho registrado desde a eleição presidencial. Na China, as vendas da companhia caíram 49% em relação ao ano anterior e 51% em relação a janeiro. As ações caíram por sete semanas consecutivas, desde que o CEO Elon Musk se juntou à administração Trump como parte do Departamento de Eficiência Governamental.

Além da Tesla, as demais empresas que formam as “Sete Magníficas” caíram em bloco. A Meta e a Apple perderam mais de 4% e Alphabet teve queda de 4,49%. A Microsoft, Amazon.com e Nvidia fecharam em baixa de mais de 2%.

Publicidade

No mercado de câmbio, o dólar operou de lado a maior parte desta sessão, com os investidores ponderando os efeitos da política tarifária de Trump, que alimentaram uma nova rodada de temor de recessão nos Estados Unidos. A euforia inicial com as promessas de cortes de impostos e desregulamentação deu lugar a preocupações com a inflação alta e baixo crescimento.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, subiu 0,15%, aos 103,997 pontos, neste fim de tarde.

E os rendimentos dos Treasuries – os títulos do Tesouro americano – operam em queda, com as expectativas de que a economia dos Estados Unidos pode desacelerar com a guerra comercial e abrir espaço para afrouxamento adicional da política monetária do país. Neste fim de tarde, o juro da T-note de 2 anos cedia a 3,896%, o rendimento de 10 anos recuava a 4,221% e a taxa da T-bond de 30 anos regredia a 4,547%.

Juros dos EUA recuam

Os rendimentos dos Treasuries operam nesta segunda-feira (10) em queda com as expectativas de que a economia dos Estados Unidos pode desacelerar com a guerra comercial e abrir espaço para afrouxamento adicional da política monetária do país.

Neste fim de tarde, o juro da T-note de 2 anos cedia a 3,896%, o rendimento de 10 anos recuava a 4,221% e a taxa da T-bond de 30 anos regredia a 4,547%.

Publicidade

Os rendimentos dos Treasuries devolveram boa parte do aumento registrado na sexta-feira, após as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. Segundo o mandatário, a economia americana estaria passando por um “período de transição”. A entrevista durante o final de semana derrubou os ativos de risco, assim como os juros dos Treasuries e as bolsas de Wall Street, com o investidor em busca de proteção. Os investidores ponderam os efeitos da política tarifária de Trump que alimentaram uma nova rodada de temor de recessão no país.

Com o mercado monitorando a guerra comercial, os investidores aguardam também os dados econômicos dos EUA, que podem fornecer mais pistas sobre o caminho do Federal Reserve em relação à redução da taxa de juros. A atenção está voltada para o índice de preços ao consumidor (CPI), que será divulgado na quarta-feira, e para o índice de preços ao produtor (PPI), previsto para quinta-feira.

Moedas globais: dólar fica de lado

O dólar operou de lado a maior parte desta sessão e chegou ao fim desta tarde perto da estabilidade ante outras moedas fortes, com os investidores ponderando os efeitos da política tarifária do presidente dos EUA, Donald Trump, que alimentaram uma nova rodada de temor de recessão no país. A euforia inicial com as promessas de cortes de impostos e desregulamentação deu lugar a preocupações com a inflação alta e baixo crescimento.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, subia 0,15%, aos 103,997 pontos neste fim de tarde. A moeda americana caía a 147,41 ienes, o euro baixava a US$ 1,0827, e a libra esterlina recuava a US$ 1,2874.

A recente fraqueza do dólar tem sido um tanto surpreendente para o mercado, afirma Tim Baker, estrategista do Deutsche Bank. Segundo ele, isso pode estar relacionado ao risco de investidores reequilibrarem seus portfólios para fora dos EUA, algo que não faziam há anos. Além disso, a desvalorização da moeda também é impulsionada por outros fatores, como preocupações com o crescimento dos EUA e quedas nos rendimentos dos Treasuries de 10 anos.

Publicidade

Para os especialistas da TD Securities, o dólar deve se recuperar no segundo trimestre, pois, segundo eles, as preocupações com o enfraquecimento do crescimento econômico dos EUA são “exageradas”. Os dados de inflação do país nesta semana serão fundamentais para o desempenho da moeda, após o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmar que o banco central não está com pressa para cortar as taxas de juros, afirmam.

O euro se consolida após o rali da semana passada contra o dólar, enquanto os mercados acompanham notícias sobre a política fiscal da Alemanha e as negociações de paz na Ucrânia. O dólar canadense recuava, diante da expectativa de que o país seja “desproporcionalmente afetado” pelas tarifas devido aos seus altos volumes de exportação para os EUA. O novo líder do Partido Liberal do Canadá e primeiro-ministro do país, Mark Carney, afirmou que Donald Trump está tentando enfraquecer a economia canadense.

Bitcoin opera em queda

O bitcoin chegou ao fim da tarde desta segunda-feira (10) com uma queda significativa, em meio às incertezas regulatórias nos Estados Unidos e diante de um cenário global de aversão ao risco, diante de renovados temores de recessão nos EUA e novos sinais de fraqueza na economia chinesa. Com o declínio, a criptomoeda mais negociada do mundo opera abaixo de US$ 80 mil.

Por volta das 16h00 (de Brasília), o bitcoin caía 5,88%, a US$ 77.659,93, enquanto o Ethereum cedia 9,18%, a US$ 1.836,46, de acordo com a Binance.

Investidores promoveram uma liquidação de ativos de risco nesta sessão, de bolsas a criptoativos, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, evitou descartar uma recessão no país e ressaltou que a economia americana estaria passando por um “período de transição”. As dúvidas sobre os impactos da política tarifária americana, associadas a novos sinais de fragilidade da economia chinesa – que registrou deflação maior que o esperado pelo mercado em fevereiro – levaram os investidores a trocarem ativos agressivos por opções mais seguras.

Publicidade

A reunião de cúpula sobre criptomoedas realizada na sexta-feira (7) pela Casa Branca não trouxe detalhes sobre os planos do governo Trump para a regulação do setor. O anúncio desapontou os investidores, que esperavam aquisições agressivas de novos bitcoins.

Para Marion Laboure, do Deutsche Bank, a volatilidade das criptomoedas deve permanecer elevada enquanto não houver clareza sobre os planos do presidente Trump para uma reserva estratégica de bitcoin, como cronograma de execução, os mecanismos de financiamento e a alocação de ativos. “O mercado acompanha os desdobramentos, ponderando o potencial de valorização das criptomoedas caso o plano ganhe força, e o risco de perdas caso a iniciativa estagne ou se revele apenas simbólica”, diz Laboure.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bitcoin
  • bolsas de NY
  • Criptomoeda
  • Dolar
  • Moeda
  • Treasuries
Cotações
29/01/2026 1h12 (delay 15min)
Câmbio
29/01/2026 1h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 4

    Vale com desconto de 36%: o que o preço de holding de Bradespar esconde sobre dividendos e risco

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em patamar recorde com IPCA mais fraco e expectativa pelo Copom

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Imagem principal sobre o Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Logo E-Investidor
Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Imagem principal sobre o 5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Logo E-Investidor
Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Imagem principal sobre o IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Logo E-Investidor
IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Últimas: Tempo Real
Embraer (EMBJ3) tem números ‘encorajadores’ com carteira de encomendas de 2025, diz Santander
Tempo Real
Embraer (EMBJ3) tem números ‘encorajadores’ com carteira de encomendas de 2025, diz Santander

Banco faz recomendação Outperform, com preço-alvo de US$ 86 para as ações da empresa

28/01/2026 | 21h15 | Por Camila Vech
Tesla vê queda em lucro e receita no 4T25, mas números vêm acima das previsões e ação sobe em NY
Tempo Real
Tesla vê queda em lucro e receita no 4T25, mas números vêm acima das previsões e ação sobe em NY

Ajustado por ação, o lucro foi de US$ 0,50, acima do previsto por analistas

28/01/2026 | 19h53 | Por Thais Porsch e Laís Adriana
Lucro cresce 60% e Microsoft supera expectativas do 4T25, mas resultados da Azure decepcionam; ação cai 5%
Tempo Real
Lucro cresce 60% e Microsoft supera expectativas do 4T25, mas resultados da Azure decepcionam; ação cai 5%

Analistas consultados esperavam um lucro de US$ 3,91 por ação sobre uma receita de US$ 80,3 bilhões da Microsoft

28/01/2026 | 19h07 | Por Thais Porsch
Futuro de ouro bate recorde na B3 e movimenta quase R$ 1 bilhão em um único pregão
Tempo Real
Futuro de ouro bate recorde na B3 e movimenta quase R$ 1 bilhão em um único pregão

Contrato GLD supera 35,9 mil negócios em um dia e reforça a busca do investidor por proteção e diversificação em um cenário mais volátil

28/01/2026 | 18h59 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador