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Confira o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin recua

Mercado esteve atento às negociações para o fim da guerra entre a Rússia e a Ucrânia

Por Taís Fuoco e Pedro Lima

18/02/2025 | 18:34 Atualização: 18/02/2025 | 18:34

Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)
Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira (18), ganhando fôlego e apagando a queda no fim do pregão, em meio à reação dos investidores aos movimentos da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett. As ações da Intel e GeneDx dispararam. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o dólar também subiram hoje, enquanto o bitcoin caiu.

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O índice Dow Jones subiu 0,02%, a 44.556,34 pontos, o S&P 500 avançou 0,24%, a 6.129,58 pontos, enquanto o Nasdaq teve avanço de 0,07%, a 20.041,26 pontos.

Pela manhã, o humor negativo prevaleceu mesmo com a notícia de que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, estaria pronto para negociar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo a agência de notícias russa Tass. Apesar da notícia da Tass, um acordo para a paz na Ucrânia ainda está longe de ser alcançado.

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A França planeja sediar uma segunda reunião para discutir o assunto amanhã, segundo a Reuters, enquanto Zelensky adiou ama viagem para a Arábia Saudita, que estava marcada para amanhã, para o dia 10 de março. Ele também anunciou que espera representantes dos Estados Unidos em Kiev nos próximos dias para continuar as negociações pela paz. As ações da Intel tiveram alta de 16% um dia após relatos de que TSMC e Broadcom estão avaliando negócios que poderão resultar na divisão da fabricante americana de chips em duas.

Em reação ao balanço acima das estimativas, a empresa de biotecnologia GeneDX saltou 47%. As ações da Constellation Brands, que distribui cervejas como Corona e Modelo, subiram 3,95% após a Berkshire Hathaway revelar que comprou ações da empresa. A empresa de investimentos de Buffett também ampliou a participação no capital da Domino’s Pizza, que avançou 0,18%. Os papéis do Bank of America e Citigroup, que foram reduzidos na carteira da Berkshire, tiveram recuo de 0,92% e variação positiva de apenas 0,02%, respectivamente. Os papéis da Delta Air Lines recuaram 1,61%, na esteira do acidente com uma de suas aeronaves, que ontem capotou ao chegar ao Aeroporto Pearson, em Toronto, deixando pelo menos 21 feridos.

Juros dos EUA sobem

Os juros dos Treasuries operaram em alta, acentuando o movimento no fim da tarde em Nova York, em meio a declarações de membros do Federal Reserve sobre risco inflacionário de tarifas. Com o cenário de incerteza reduzindo espaço para alívio monetário nos Estados Unidos, o Morgan Stanley elevou a previsão para o juro da T-Note de 10 anos no fim do ano.

Neste fim de tarde, o retorno da T-note de 2 anos avançava a 4,303%, o rendimento de 10 anos tinha alta a 4,551% e o juro do T-bond de 30 anos subia a 4,773%.

“Em termos de direção, tarifas têm o potencial de elevar os preços”, disse o vice-presidente de supervisão do Federal Reserve, Michael Barr. Já o diretor do Fed, Christopher Waller, afirmou que a política monetária não pode ficar à espera de resoluções e que os dados devem guiar as decisões do Banco Central americano e “não especulações do que poderia acontecer”.

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O movimento das taxas ocorre em meio a um noticiário geopolítico intenso diante de negociações para o fim da guerra Rússia-Ucrânia. A informação de que a inteligência americana afirmou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, não estaria interessado em um acordo de paz fez os rendimentos do Tesouro americano acelerarem a alta mais cedo.

Segundo a NBC News, informações dos EUA e aliados indicam que Putin ainda deseja controlar toda a Ucrânia e não está interessado em um “verdadeiro acordo de paz” no momento. A Capital Economics ressalta que as conversas de hoje entre delegações da Rússia e dos EUA não sugerem um fim próximo para a guerra na Ucrânia. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as negociações para o fim da guerra “obviamente envolverão a Ucrânia”.

O Morgan Stanley elevou a previsão para o juro da T-Note de 10 anos no fim do ano, de 3,55% para 4%, após o time do banco reduzir a expectativa de alívio monetário pelo Federal Reserve de 0,75 ponto porcentual para apenas um corte de 0,25 ponto porcentual (em junho) neste ano. A Capital também destaca que as tarifas recíprocas de Trump ainda não estão “totalmente precificadas” e espera que as taxas dos Treasuries subam à medida que entrem em vigor.

Moedas globais: dólar avança

O dólar avança frente à maioria das moedas, impulsionado pelo cenário geopolítico, com discussões sobre o conflito entre Rússia e Ucrânia, e a perspectiva para a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), que será divulgada amanhã. Mesmo sem a aplicação imediata das tarifas recíprocas propostas por Donald Trump na semana anterior, o dólar também mantém sua força.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, tinha alta de 0,45%, a 107,054 pontos. Perto das 17h50 (de Brasília), o dólar subia a 152,05 ienes. O euro recuava a US$ 1,0449 e a libra caía a US$ 1,2603.

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A Capital Economics destaca que as tarifas recíprocas e a agenda protecionista de Donald Trump ainda não estão “totalmente precificadas” pelos mercados, apontando que esse cenário é “adverso” e tende a resultar em “rendimentos mais altos dos títulos do Tesouro dos EUA e um dólar mais forte”. Para o ING, os mercados já precificam em grande parte a questão geopolítica europeia nas negociações cambiais, e o dólar deve continuar avançando frente às moedas do G10. “O sentimento de risco relativamente otimista pode se estagnar ou desaparecer nos próximos dias, fazendo o dólar recuperar mais terreno”, afirma o banco. O ING acredita que o euro cairá em relação ao dólar e que, com as ameaças tarifárias dos EUA à zona do euro, o BCE pode adotar uma postura mais agressiva com cortes nas taxas de juros.

O mercado também acompanhou as declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre as negociações para o fim da guerra, destacando que “obviamente envolverão a Ucrânia”. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, por sua vez, afirmou que a reunião foi “uma surpresa para nós. Não fomos convidados”. A Capital Economics observa que essas conversas não indicam um fim próximo para o conflito.

Hoje, o dólar australiano também reagiu ao corte na taxa básica de juros do país para 4,10% ao ano pelo banco central. A moeda australiana operou perto da estabilidade ante o dólar americano, a US$ 0,6354. Já em meio à crise da criptomoeda LIBRA, com envolvimento do presidente da Argentina, Javier Milei, o dólar blue se manteve a 1.235 pesos argentinos no mercado paralelo, segundo o jornal Ámbito Financeiro.

Bitcoin opera em queda

O bitcoin opera em queda nesta terça-feira, após o feriado da véspera nos Estados Unidos, com retomada da pressão para que o governo Trump regulamente o setor e atraia mais investidores.

Na sequência do golpe da memecoin $LIBRA, em que a criptomoeda endossada pelo presidente da Argentina Javier Milei na sexta-feira rapidamente subiu e depois caiu em valor, alguns especialistas estão pedindo que a Securities and Exchange Comission (SEC, a CVM dos EUA) intervenha e aja para evitar mais golpes. “Esses projetos fraudulentos de memecoins de celebridades não surgiram do nada”, disse Nic Puckrin, do Coin Bureau. “Eles nasceram do vácuo criado pela falta de regulamentação da SEC.”

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Por volta das 16h36 (de Brasília), o bitcoin era negociado em queda de 1,74%, a US$ 93.835,99, segundo a Binance. Já o ethereum caía 3,30%, a US$ 2.622,00.

Embora a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA tenha criado uma força-tarefa de ativos digitais, Trump ainda não cumpriu sua promessa de campanha de criar uma reserva estratégica de Bitcoin.

O mercado também avalia a notícia de que a Robinhood Markets planeja lançar ofertas de criptomoedas em Cingapura em 2025 por meio da entidade europeia de ativos digitais Bitstamp, que ela adquiriu recentemente.

A empresa pretende aproveitar o fato de Cingapura estar se tornando um centro para o setor de ativos digitais na região da Ásia-Pacífico, competindo com países como Hong Kong para atrair operadores globais com um regime regulatório dedicado e iniciativas de tokenização, segundo a Bloomberg News.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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