• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após a decisão do Fed

Autoridade monetária do país manteve a taxa de juros entre 4,25% e 4,50%, confirmando amplamente as expectativas

Por Pedro Lima e Matheus Andrade

18/06/2025 | 17:27 Atualização: 18/06/2025 | 17:27

Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)
Bolsas de NY (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam sem coesão nesta quarta-feira (18), após perderem força com comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Jerome Powell, que reiterou que a política monetária está bem posicionada para lidar com riscos à economia americana. Mais cedo, o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa básica de juros entre 4,25% e 4,50%, confirmando amplamente as expectativas. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), por sua vez, recuaram, enquanto o dólar teve leve alta.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje fecha em queda com decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos; dólar sobe
  • 8 curiosidades que você precisa saber antes de fazer o câmbio
  • Três anos de privatização da Eletrobras (ELET3;ELET6): o que aconteceu com as ações da elétrica?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O índice Dow Jones cedeu 0,10%, aos 42.171,66 pontos, o S&P 500 teve variação negativa de 0,03%, aos 5.980,87 pontos, e o Nasdaq subiu 0,13%, encerrando aos 19.546,27 pontos. Os dados são preliminares. A Bolsa de NY não funciona amanhã, em razão do feriado de “Juneteenth”.

Powell afirmou que os impactos dos aumentos tarifários promovidos pelo governo americano “já começam a ser sentidos e devem se intensificar nos próximos meses”. Segundo ele, a “magnitude e duração desse impacto seguem difíceis de estimar”.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

As tensões no Oriente Médio continuaram no radar dos investidores, com relatos de que o presidente dos EUA, Donald Trump, teria uma nova reunião, ainda hoje, com seu conselho de segurança. Ao comentar o conflito entre Israel e Irã, Powell reconheceu que “é possível que os preços de energia apresentem alta”, mas ressaltou que esse tipo de evento geopolítico “não altera a forma como conduzimos a política monetária”.

Em meio às incertezas, declarações de Trump indicando que um acordo comercial com a Índia está próximo de ser concluído ofereceram algum suporte aos mercados.

As ações da Tesla subiram 1,78%, em meio a expectativas com o lançamento do robotáxi. A Marvell teve alta de 7,09% após elevar para US$ 55 bilhões sua estimativa de mercado para chips customizados de inteligência artificial até 2028.

A Circle Internet disparou 34,3% após a aprovação do Genius Act pelo Senado dos EUA, projeto que visa regulamentar o mercado de stablecoins. Na esteira de ganhos, os papéis da Coinbase subiram 16,3%. Já a Bitdeer recuou 7,13% após anunciar uma oferta de US$ 300 milhões em títulos conversíveis.

Publicidade

Os mercados em Nova York retomam as negociações na sexta-feira.

Juros dos EUA recuam

Os juros dos Treasuries operaram em baixa hoje, em sessão marcada pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), que manteve inalterados as taxas pela quarta reunião consecutiva. No entanto, dirigentes indicaram que esperam cortes nos juros ao longo do deste ano, algo que também e é a percepção de analistas. Na coletiva de imprensa, por sua vez, o presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizou cautela, lembrando das incertezas que o panorama enfrenta, em especial pela política tarifária. Em razão desta prudência em reduzir os juros, cresce a pressão política sobre o dirigente.

Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos caía a 3,934%. O rendimento da T-note de 10 anos cedia a 4,384%, enquanto o T-Bond de 30 anos recuava para 4,882%.

Entre os 19 dirigentes do Fed, oito acreditam que os juros terminarão 2025 entre 3,75% e 4,00%, 50 pontos-base abaixo do nível entre 4,25% e 4,50% mantido na reunião. Outros sete dirigentes acreditam que a taxa terminará 2025 na faixa atual, enquanto outros 2 banqueiros centrais defendem que os juros devem encerrar o ano entre 4% e 4,25%. Já Powell alertou que os aumentos tarifários promovidos pelo governo dos EUA devem elevar a inflação no curto prazo e representam um risco para a estabilidade dos preços. “As expectativas de inflação de curto prazo subiram. As tarifas são um fator relevante”, afirmou. “Os efeitos das tarifas vão depender do nível, mas aumentos neste ano provavelmente pesarão sobre atividade econômica e empurrarão a inflação para cima.”

Para o Commerzbank, os dados de inflação dos últimos três meses têm sido encorajadores, mesmo que a inflação ainda esteja muito alta. “No entanto, ainda se presume que as tarifas se refletirão nos dados de inflação dos próximos meses. Continua sendo importante que esse aumento pontual de preços não se transforme em um problema maior de inflação”, avalia.

Publicidade

“Em última análise, as metas do Fed foram alcançadas ou estão, pelo menos, ao nosso alcance. O Fed não quer comprometer esse sucesso e, portanto, está mantendo sua posição reservada. O Fed continua ignorando a pressão do presidente Donald Trump para cortar as taxas de juros rapidamente. Não vemos razão para alterar nossa previsão de cortes nas taxas de juros em setembro e dezembro”, conclui o banco.

Moedas globais: dólar opera em leve alta

O dólar operou em leve alta ante a maioria das moedas, em sessão que teve como destaque a decisão de política monetária do federal Reserve (Fed), que manteve os juros inalterados. Por sua vez, a comunicação trouxe as perspectivas dos dirigentes para as taxas ao longo deste ano, além dos comentários do presidente Jerome Powell, que voltou a ser criticado por Donald Trump. Neste cenário, as tensões e desdobramentos das disputas entre Israel e Irã seguiram no radar, incluindo uma eventual intervenção americana no conflito.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de alta de 0,09%, a 98,905 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), dólar caía a 145,17 ienes, o euro cedia a US$ 1,1471 e a libra tinha queda a US$ 1,3408.

Entre os 19 dirigentes do Fed, oito acreditam que os juros terminarão 2025 entre 3,75% e 4,00%, 50 pontos-base abaixo do nível entre 4,25% e 4,50% mantido na reunião. Outros sete dirigentes acreditam que a taxa terminará 2025 na faixa atual, enquanto outros 2 banqueiros centrais defendem que os juros devem encerrar o ano entre 4% e 4,25%. Já Powell alertou que os aumentos tarifários promovidos pelo governo dos EUA devem elevar a inflação no curto prazo e representam um risco para a estabilidade dos preços. “As expectativas de inflação de curto prazo subiram. As tarifas são um fator relevante”, afirmou. “Os efeitos das tarifas vão depender do nível, mas aumentos neste ano provavelmente pesarão sobre atividade econômica e empurrarão a inflação para cima.”

A reação inicial do dólar foi discreta, aponta o ING. “Confirma a suspeita de que o câmbio está atualmente muito focado em eventos geopolíticos e nas oscilações do preço do petróleo para interpretar as pequenas nuances da comunicação do Fed”, diz o banco. “Afinal, o próprio Fed está sinalizando muito pouca confiança em suas projeções do gráfico de pontos ou em onde estará o equilíbrio entre inflação e desemprego em alguns meses”, avalia. “O que provavelmente importará mais para o dólar é a reação de Trump ao tom ainda cauteloso do Fed em relação aos cortes. Vimos casos de grandes liquidações de dólares sempre que os mercados sentiram que a independência do Fed estava seriamente em risco”, conclui.

Publicidade

No Reino Unido, com a inflação de serviços ainda elevada, em 4,7%, a pequena queda da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do país, de 3,5% em abril para 3,4% em maio, não levará o Banco da Inglaterra (BoE) a se desviar de sua recente trajetória de cortes trimestrais dos juros, afirma a Capital Economics. A consultoria aponta que o BoE parece estar certo de que manterá as taxas inalteradas em 4,25% amanhã e espera um corte de 25 pontos-base em agosto.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • bolsas de NY
  • Dolar
  • Moeda
  • Treasuries
Cotações
18/02/2026 1h18 (delay 15min)
Câmbio
18/02/2026 1h18 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 2

    Do samba ao pregão: 5 filmes e 1 série sobre mercado financeiro para maratonar no feriado prolongado

  • 3

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 4

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

  • 5

    Folia sem ficar no vermelho: especialistas ajudam a gastar menos e se planejar para a vida pós carnaval

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Últimas: Tempo Real
Dow Jones hoje fecha em alta com Bolsas de NY em meio a negociações entre Irã e EUA
Tempo Real
Dow Jones hoje fecha em alta com Bolsas de NY em meio a negociações entre Irã e EUA

Na volta de feriado dos EUA, o mercado também acompanhou o índice de atividade industrial Empire State

17/02/2026 | 12h29 | Por Beatriz Rocha
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia
Tempo Real
Bolsa de Tóquio fecha em baixa em dia de liquidez enfraquecida com feriados na Ásia

Com liquidez reduzida por feriados na Ásia, ações de tecnologia e indústria lideram as perdas em Tóquio após PIB abaixo do esperado; na contramão, bolsa australiana avança 0,24%

17/02/2026 | 06h25 | Por Redação E-Investidor
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar
Tempo Real
Agenda de terça (17): emprego no Reino Unido, ZEW na Europa e atividade nos EUA ficam no radar

Mercado acompanha dados de trabalho britânicos, confiança de investidores na Alemanha e indicadores de atividade industrial e imobiliária nos Estados Unidos

17/02/2026 | 04h30 | Por Isabela Ortiz
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã
Tempo Real
Petróleo fecha em alta, com cautela às vésperas de diálogo entre EUA e Irã

Investidores discutem a possibilidade de a Opep+ retomar a política de aumento da oferta a partir de abril e monitoram negociações sobre acordo nuclear

16/02/2026 | 18h30 | Por Arícia Martins

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador