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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após Trump se manifestar sobre tarifas

Mercado também reagiu à afirmação do republicano de que ele não tem a intenção de demitir o presidente do Fed

Por Poliana Santos e Pedro Teixeira

23/04/2025 | 17:25 Atualização: 23/04/2025 | 17:25

Foto: AdobeStock
Foto: AdobeStock

As bolsas de Nova York ampliaram os ganhos de ontem nesta quarta-feira (23), após o presidente Donald Trump afirmar que não tem “nenhuma intenção” de demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, e sugerir que as tarifas de 145% sobre produtos importados da China poderiam “cair substancialmente” assim que os dois países negociarem um acordo. O dólar também subiu hoje, enquanto os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) apresentaram movimentos distintos.

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O Dow Jones subiu 1,07%, aos 39.606,57; o S&P 500 avançou 1,67%, aos 5.375,86 pontos; e o Nasdaq teve alta de 2,50%, aos 16.708,05 pontos. Os dados são preliminares.

A Tesla reportou uma queda no lucro líquido no primeiro trimestre, devido ao recuo nas vendas e ao impacto negativo das atividades políticas do CEO Elon Musk sobre os consumidores. Ainda assim, a ação da montadora de veículos elétricos subiu 5,34% após Musk afirmar, na teleconferência de resultados, que o tempo que tem dedicado ao Departamento de Eficiência Governamental dos EUA “cairá significativamente” a partir de maio.

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A ação da Intel avançou 5,43% após a Bloomberg noticiar que a fabricante de chips deverá reduzir sua força de trabalho em mais de 20%. Os cortes fazem parte de uma estratégia para simplificar a gestão e reconstruir uma cultura voltada para a engenharia. A Enphase Energy despencou 15,6% após os lucros do primeiro trimestre ficarem abaixo das expectativas. A empresa de instalação de painéis solares residenciais teve lucro de US$ 0,68 por ação com receita de US$ 356,1 milhões, ante previsões de US$ 0,72 por ação e receita de US$ 360,6 milhões.

A ação da Boeing subiu 5,9% após a empresa aeroespacial registrar prejuízo menor que o esperado no primeiro trimestre – US$ 0,49 por ação, ante previsão de US$ 1,21. A receita foi de US$ 19,5 bilhões, em linha com a estimativa de US$ 19,6 bilhões. Os papéis da SAP listados nos EUA subiram 7,5% depois que a empresa alemã de softwares corporativos reportou aumento no lucro operacional e na receita no primeiro trimestre, mantendo a orientação para 2025. As vendas da divisão de nuvem cresceram 26%.

Juros longos dos EUA caem

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos de curto prazo estenderam a alta nesta quarta-feira, após um leilão primário, enquanto os papéis de longo prazo recuaram. Segundo Noah Wise, da Allspring Global Investments, o alívio nos vértices mais longos reflete a reação positiva dos investidores à declaração do presidente Donald Trump de que não pretende demitir o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell.

Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos avançava 3,855%. O rendimento da T-note de 10 anos caía para 4,385%, enquanto o T-Bond de 30 anos recuava a 4,832%.

A negação de Trump quanto à demissão de Powell dissipou temores de interferência política na condução da política monetária dos EUA. De acordo com analistas, o receio era de que pressões da Casa Branca resultassem em cortes forçados de juros, minando a credibilidade do banco central.

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Além disso, a postura mais conciliadora do governo Trump em relação à China também ajudou a melhorar o humor. “A sinalização de que as tarifas impostas a produtos chineses poderão ser reduzidas foi bem recebida pelos investidores, contribuindo para a queda nos prêmios exigidos nos títulos públicos”, avaliou Wise.

Os investidores ainda digeriam os dados econômicos mais recentes. O índice de gerentes de compras (PMI) composto caiu para 51,2 em abril, atingindo o menor nível em 16 meses e abaixo das expectativas. Já o Livro Bege, do Federal Reserve, apontou pouca alteração na atividade econômica desde o último relatório, mas destacou que a incerteza sobre a política comercial dos EUA predominou nos distritos. Apenas cinco regiões relataram leve crescimento; três indicaram estabilidade e quatro, quedas modestas ou leves.

No leilão realizado hoje, o Tesouro americano vendeu US$ 70 bilhões em T-notes de 5 anos, com rendimento máximo de 3,995% – abaixo da média recente de 4,228%, segundo o BMO. Já o leilão de US$ 30 bilhões em notas de juro flutuante (FRN, na sigla em inglês) de 2 anos registrou taxa de desconto de 0,160%.

Moedas globais: dólar sobe

O dólar inverteu a tendência de ontem e voltou a se valorizar frente às principais moedas globais nesta quarta-feira, após o presidente Donald Trump afirmar, na véspera, que as tarifas sobre a China deverão “cair substancialmente” e que ele não tem “nenhuma intenção” de demitir o chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, como vinha sinalizando.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, subiu 0,94%, para 99,844 pontos. Por volta das 17h (horário de Brasília), o dólar avançava para 143,40 ienes, enquanto o euro recuava para US$ 1,1327 e a libra esterlina era negociada em baixa, a US$ 1,3267.

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A pressão de Trump para que o banco central dos EUA cortasse a taxa de juros vinha prejudicando o status de porto seguro dos ativos americanos, acentuando a liquidação de títulos e dólares desencadeada pelas tarifas anunciadas no início do mês.

“As políticas de Trump geraram um problema de credibilidade para o dólar”, afirma em nota o estrategista de câmbio do Unicredit Research, Roberto Mialich. “Um declínio adicional da atual dominância da moeda americana – especialmente nas reservas cambiais e nos pagamentos internacionais – pode ser esperado nos próximos anos”, diz.

É improvável que o dólar perca seu papel de moeda de referência global tão cedo, embora isso se deva principalmente à falta de alternativas viáveis, avalia Mialich. No entanto, as políticas de Trump podem reduzir, com o tempo, a dependência global do dólar, acrescenta.

O economista Ed Yardeni e sua equipe de pesquisa acreditam que é prematuro falar em perda de confiança nos EUA como porto seguro financeiro. Apesar da liquidação que levou a uma queda significativa do DXY neste início de ano, o dólar manteve uma tendência de alta nos últimos 15 anos, observam.

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“Os mercados de capitais dos EUA continuam sendo os maiores e mais líquidos do mundo. Isso não vai mudar tão cedo”, escreve a equipe de Yardeni.

Dados acima do esperado de vendas de imóveis ajudaram a dar suporte ao dólar, enquanto o PMI dos EUA indicou enfraquecimento da atividade. Em contrapartida, indicadores fracos da atividade econômica na Europa pesaram no euro e na libra.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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